segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

FALTA CORAGEM!



Olá Nobres Alvinegros,

O Saudações Alvinegras teve manifestações do Ronaldo, afirmando que se dentro da área o adversário utilizar os braços para aumentar a área do corpo é pênalti. A regra orienta a marcação da falta máxima.

Marquinho reclama da apatia e covardia do time no 1º tempo e do preciosismo de El Loco no lance em que tentou driblar três na área. Ele deixa claro que faltou vontade de vencer.

Elídio alega que nosso meio de campo é fraco e que o Bota sentiu falta de Bruno Tiago.

E eu concordo com as alegações acima. E credito essa apatia e covardia a Joel Santana. Chato repetir a tecla, mas Joel tem medo de perder. Opta por tentar primeiro não sofrer o gol, e se isso acontece, aí sim ele abre o time em busca do empate. Se perder tentado empatar tem explicação. E se ganhar após sair de um placar adverso, ele mesmo se reverencia.

O problema é que raramente Joel entra para ganhar jogando para vencer. Sua tática é batida: a falsa proteção ao sistema defensivo, com 8 defensores. Ainda assim ele sofre o gol. Aí saca um zagueiro e põe um meia ou um atacante. Essa simples mudança faz o time ao menos criar. Com o talento de El Loco empatamos ou viramos o jogo. E Joel nunca muda o esquema. Ora, ele é o Rei dos estaduais.

E daí? A quê isso nos leva? Alguém imagina Joel ganhando um brasileiro pelo Fogão? Francamente não. Para ganhar título nacional tem de ter ousadia, consistência. E Joel entende que time bom é time forte na defesa. Sofremos gol de escanteio da dupla Fla-Flu. Jefferson opera milagre a cada jogo. E se não fosse El Loco, nem às semifinais chegaríamos. E acho que não passaríamos pelo Boavista.
Tivemos outra vez lampejos contra o Urubu, e só no tempo final. El Loco provou sua vocação para o gol. É artilheiro, inteligente e não treme. É o Cara! Mas o time não o ajuda, e o treinador ainda atrapalha.

Retrato de um time sem comando: semifinal da taça GB, Botafogo e Flamengo duelando por uma vaga na final. Podia dar qualquer um e o empate seria perfeitamente normal. E isso aconteceu. Triste foi ver Joel consultando Loco Abreu para escolher batedores. Joel não treinou e se treinou faltou atitude. O Bota iniciou as cobranças de pênaltis derrotado. Joel tem sua parcela nisso.

O time é melhor do que o de 2010. Mago está voltando. Cajá melhorou. Temos o promissor Bruno Tiago. Arévalo está encaixando. Mancha pode ser útil. Até Somália está melhorando. Podemos conquistar o estadual com este time. Podemos chegar na Copa do Brasil com o reforço de Mago e F. Ferreira. Mas temos de contratar mais um meia criativo e laterais. M. Azevedo parece que é só isso, acabou, boa sorte. E Alessandro jamais fará de El Loco o artilheiro dos gols de cabeça.

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

JOEL SANTANA: DECIFRA-ME!




Olá Nobres Alvinegros,

E mais uma vez teremos o urubu cruzando nosso caminho. E mais uma vez Joel Santana tem a missão de reconquistar a confiança de um grupo instável, capaz de jogar o fino contra o campeão brasileiro e de atuações abaixo da crítica, como as vistas frente ao Bangu e Macaé.

Afinal, quem é Joel Santana? Afinal, quantos ‘Botafogo’ ele é capaz de esconder? Na verdade os alvinegros inteligentes gostariam que fosse apenas um: O Glorioso.

Queremos um alvinegro voraz por 90 minutos, e não o time apático e de lampejos dos últimos jogos. Queremos um time guerreiro, marcador e criativo. Queremos um ataque ‘matador’ para o adversário, e não dando tiro no pé de nós apaixonados pela Estrela Solitária.

Queremos o nosso Botafogo de volta! E para isso é essencial que Joel aprenda a jogar como grande contra pequenos e que não se apequene diante dos grandes. Estamos cansados de tanta caretice, tanta babaquice, dessa eterna falta do que falar ao explicar a importância desse famigerado 3-5-2. Esquema maldito que nos permite sofrer gol apenas quando estamos com 3 zagueiros. Quando abandonamos a covardia, balançamos as redes e raramente sofremos gol. Ora, isso prova que a melhor defesa ainda é o ataque.

Eu acredito sempre! E olha que ontem estive lá no Engenhão e gritei para Joel que o Macaé não era a Argentina de Messi nem a Seleção de 70. Ele só me ouviu no tempo final.

Ainda assim falamos de Joel, o Rei dos estaduais. Que bom! Isso, por si só, já nos empurra para o Engenhão domingo. Joel tem estrela, que teima em brilhar apenas nos estaduais, mas não deixa de ser um brilho. E com a nossa estrela guia Botafogo será ainda mais reluzente domingo, exterminando outra vez o Império do Mal, que agora vive do passado de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves, aquele que tomou um creu inesquecível do Fogão.

TODOS AO ENGENHÃO! DOMINGO, 16h.

EU ESCALO

Domingo que vem é hora de fritar urubu.  Eu Escalo: Jefferson, Lucas, A. Carlos, J. Felipe e M. Azevedo; M. Mattos, Arévalos, Renato Cajá e Everton; Herrera e El Loco;

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O CAMPEÃO VOLTOU!


FOGÃO 3X2 FLOR – CARIOCÃO 2011 – 6º JOGO – ENGENHÃO

Olá Renovados Alvinegros,

No meio de semana critiquei com razão a atuação bisonha do Fogão frente ao Bangu. Mas o Fogão que encarou o campeão brasileiro no Engenhão mostrou a força do atual campeão carioca. Se não foi brilhante, foi aguerrido e fez jus ao placar.

O pior do jogo não estava em campo, mas sim com um microfone próximo à boca: Sérgio Noronha. Ele afirmou que seria leviano dizer que foi gol legítimo do Bota no chutaço do Cajá. Ora, Se as câmeras mostraram a bola quicando dentro do gol tinha de ser gol legal. E logo depois o Flor faz 2x1 num gol em impedimento, e ninguém fala nada! Sérgio Noronha, tu não sabes nada de futebol cara!

O Flor, de He Man, achou que ia cantar de galo no Engenhão. Ora, logo eles, nosso freguês contumaz. O Flor é o adversário perfeito. He man fez dois, um em impedimento e ainda fez um pênalti, é fraco!

O Bota do tempo inicial não merecia perder, mas cometeu outra vez o erro de sentar no placar. Time de Joel. Cajá fez um belo gol, de falta, no ângulo. 1x0 Fogão. Mas R. Moura empatou numa cabeçada após cobrança de escanteio. 1x1. E no fim Cajá desempatou, mas o juiz não validou o gol. Na sequencia, Rafael moura, em impedimento, completou para o gol após defesaça de Jefferson. 2x1 Flor.

O Fogão do tempo final incorporou o espírito alvinegro: time grande em busca do resultado. Só a vitória interessava, então era hora de EL Loco decidir. E ele quase decide a favor do adversário. Pênalti e Loco tenta a cavadinha. Cavaliere fica no meio do gol e defende. Frustração no Engenhão. El Loco finalmente seria o vilão alvinegro? Não. Ele é artilheiro, matador, e não seria o Flor a freá-lo. Bruno Tiago é derrubado na área, e novo pênalti para o Fogão. 3 minutos depois, El Loco outra vez com a bola na marca da cal. Ele e o goleiro. E outra cavadinha. E empate do Fogão. E ainda mostra aquilo que os bambis gostam. 2x2. Não resisti e gritei que El Loco é F...

Esse “F” era de fúria. E o Bota se viu obrigado a buscar a primeira vitória no Engenhão em clássicos. Cajá, o melhor do Bota, Fez lançamento primoroso para Herrera decretar a vitória alvinegra. Vibrei, gritei, pronunciei nome feio e extravasei. Fogão 3x2.


Daí até o final foi o estilo Joel. Time fechadinho esperando a bola boa, que não veio, mas valeu pelo espírito de luta. Jefferson provou outra vez  que é o melhor do Brasil. Esse Fogão foi Guerreiro. Esse é o Botafogo que eu gosto, e que mereço. Esse Bota é Fogo!

Que lindo foi ver o juiz apitar o fim do jogo um minuto e meio antes do prometido. Os bambis choram até agora. Mas eles estão acostumados. Vitória maiúscula do Fogão e a pulguinha atrás da orelha cochilou. O Fogão vai atropelar Resende ou Boavista e seremos finalistas da taça GB pelo quinto ano consecutivo.

Seus ídolos são tantos, Didi, Garrincha e Nilton Santos, já vestiram este manto... E dá-lhe, dá-lhe Fogo, O dá-lhe dá-lhe Fogoo.....

 “BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Destaques: JEFFERSON, Cajá e El Loco;
Jogou bem: A. Carlos, Alessandro, Herrera e Bruno Tiago;
Garra: Herrera;
Comprometeu: ...;
Irritou:...;
Desafinou: Arévalos (ainda sem ritmo);
Ninguém viu: Éverton;

EU ESCALO

Domingo que vem é hora de ratificar a liderança, contra o Macaé, no Engenhão, às 17h.  Eu Escalo: Jefferson, Lucas, A. Carlos, J. Felipe e M. Azevedo; M. Mattos, Arévalos, Renato Cajá e Everton; Herrera e El Loco;

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

EM ATUAÇÃO PÍFIA, FOGÃO EMPATA COM BANGU


FOGÃO 1X1 BANGU – CARIOCÃO 2011 – 5º JOGO – V. REDONDA

Olá Frustrados Alvinegros,

Cadê o nosso Fogão? É só isso? Acabou?

Pelo amor dos meus filhinhos, Joel é retranqueiro demais! Tudo bem que o Bangu é um dos melhores pequenos, mas o Botafogo ser pressionado o jogo todo é dose. E o pior, com a anuência do seu treinador, que acha bonito se defender por 90 minutos.

Ele conta sempre com os milagres do Jefferson e o brilho do El Loco. Mas Joel abusou de errar nesse jogo. Repito: ele entope o time de zagueiros e volantes e ainda assim a equipe é vulnerável. No fim do jogo parecia que o Bangu jogava com 15 ou 20. Todas as sobras eram deles, sem contar que nos atacavam como queriam, e pelos dois lados do campo.

Salvo São Jefferson, que até pênalti pegou. E Loco, sem culpa de jogar num time que atua como pequeno. O resto foi o resto. O velho Fahel cometendo os mesmos pênaltis ridículos; Caio achando que é craque e abusando das firulas. Não jogou nada! Somália, que corre o campo todo e deixa suas ‘cacas’ em todos os setores. Herrera, que só correu, mas tecnicamente é fraco. Enfim, fomos um bando. Um arremedo de time. E Joel conseguiu se superar: além de deixar se dominar o jogo inteiro, sacou o único jogador que articulava alguma coisa no meio de campo. Sem Cajá, nem ao gol chegamos mais.

Joel irrita até um monge. O time cheio de zagueiros e volantes e ele põe o caio de novo na lateral direita. E pasmem, o Alessandro também estava lá. O resultado todos viram: um festival de lambanças do lado direito. Ao sacar Cajá, Joel entregou todo o meio de campo ao Bangu e por sorte não perdemos o jogo.

Joel precisa urgentemente conscientizar-se de que deve mudar o esquema de jogo para o 4-4-2. Zagueiro demais não significa boa defesa, assim como 3 ou 4 no ataque não denota eficiência. O time está totalmente desorganizado em seu sistema defensivo. E se jogar assim no clássico vovô é vexame na certa.

Mais cedo do que esperávamos, já percebemos a falta que faz Guerreiro. Esse Bota erra demais posicionamento. Mesmo com M. Mattos ainda não acertamos. Tudo bem, Joel dirá que a formação defensiva era nova. Com Fahel e Arévalos compondo seu 3-5-2. Mas é fato que até nas goleadas cedemos alguns alqueires de meio de campo aos adversários. O próprio Olaria nos dominou, assim como o Madureira.

Chega de covardia! A continuar assim, fora Joel!

“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Destaques: JEFFERSON;
Jogou bem: El Loco;
Garra: ...;
Comprometeu: ...;
Irritou: a covardia de Joel e a apatia do time;
Desafinou: o Botafogo;
Ninguém viu: o Botafogo;

EU ESCALO

Domingo tem clássico vovô, no Engenhão, às 19h30. Eu Escalo: Jefferson, Lucas, A. Carlos, J. Felipe e M. Azevedo; M. Mattos, Arévalos, Renato Cajá e Everton; Herrera e El Loco;

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 23 de janeiro de 2011

GOLEADA ALVINEGRA E LIDERANÇA



FOGÃO 5X0 CABOFRIENSE – CARIOCÃO 2011 – 2º JOGO – MACAÉ

Olá Sorridentes Alvinegros,

Um saco de gols no adversário e liderança. Esse foi o Fogão que arrasou a pobre Cabofriense em Macaé. E ainda contamos com a ‘ajuda’ do time da casa, empurrando duas vezes a gorduchinha contra o próprio patrimônio.

Por incrível que pareça, para este exigente torcedor, o time ainda não me agradou. Poxa Ed, 5x0 Fogão e você insatisfeito?!? Sim, pela inoperância do adversário deveríamos ter produzido mais, sobretudo em nosso meio de campo, sobrecarregado com apenas um homem na criação. Ali as coisas se definem, e não podemos depender dos lampejos do Cajá.

O melhor do Bota não fez gol. Loco Abreu foi o ‘cara’ na assistência e merecia ao menos uma devolução à altura dos seus passes para os companheiros. Já Caio é uma arma que deve ser utilizada desde o início. Se vira Joel!

O JOGO

Falar do jogo é descrever os gols alvinegros e as chances desperdiçadas por Herrera, Cajá e Alex. E em meio a tudo isso mais uma vez tocar na ferida desse maldito 3-5-2. Êta esquemazinho insuportável! Veja, o Bota conseguia ceder espaço no meio de campo para o pior time do campeonato. E eles chegaram a criar oportunidades, com a aquiescência de Joel que insiste num esquema que só funcionou pra valer na Europa. Por aqui só foi eficiente quando se tinham dois alas de ótimo nível aliados a três bons zagueiros. Um meia rápido e inteligente conjugado com dois atacantes que decidem. Não é o caso desse Botafogo e nem foi do ano passado.

A discussão da semana é ressuscitada, pois o Bota poderia sim abdicar de um zagueiro e pôr mais criação no meio de campo. No momento pode ser o Caio, depois o Éverton, e mais tarde Maicosuel e Éverton. Para contenção dois ótimos volantes: Arévalos e M. Mattos. Na zaga, hoje A. Carlos e João Felipe. Mais tarde A. Carlos e F. Ferreira. Nas laterais mantém-se Lucas e M. Azevedo. E no ataque Caio ou Herrera e El Loco. Hoje seria assim: Jefferson, Lucas, A. Carlos, J. Felipe e Guilherme (depois M. Azevedo); Somália, M. Mattos, Renato Cajá e Caio; Herrera e El Loco; É simples, hoje esse time certamente teria goleado a Cabofriense não por 5, mas por 8 com facilidade.

O Bota jogou bem os 15 primeiros minutos, quando El Loco deixou Cajá e Herrera na cara do gol, e eles desafinaram bisonhamente. Cajá cabeceou e acertou o travessão. E na pressão Lucas cruzou e Goeber, o capitão da Cabofriense, acertou bonita cabeçada, só que em sua própria rede: 1x0 Fogão.

O gol fez bem, e Cajá agora buscava Loco Abreu da esquerda e mandou prá área. A bola novamente iria para El Loco, mas Goeber não permitiu e fez outro: 2x0 Fogão e Goeber deverá receber proposta alvinegra o mais breve possível.

O jogo ficou morno até o fim da etapa inicial. No tempo derradeiro nenhuma mudança de Joel e o Bota dormia. Até que Joel sacou Herrera, que lutou muito, mas está fora de sintonia e veio de Caio. Aí o Bota despertou. Caio tentou o gol quando tinha Abreu livre. Depois disso Renato Cajá penetrou pela esquerda, aproveitou a falha do novo capitão da Cabofriense e bateu forte, à esquerda de Fábio: 3x0 Fogão, aos 30 do 2º tempo.

O Bota queria mais. Renato Cajá foi ao fundo, pela direita e centrou para El Loco. Ela ajeitou de cabeça para Caio fazer encher o pé: 4x0 e Caio pediu aplausos para Uh, El Loco!

E para fechar, A. Carlos, de cuca lega, fechou a quina: 5x0 Fogão. E poderia ter saído o sexto, o garoto Alex entrou livre, deu um corte no zagueiro e bateu rasteiro, para fora. Outra vez El Loco estava livre ao seu lado.

“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Joel Santana: contamos as horas para o fim desse maldito esquema. É zagueiro demais e quase nenhuma ousadia. M. Mattos, Somália, Bruno Thiago, A. Carlos, M. Rosário, João Felipe e Lucas, além de Jefferson. 8 jogadores para defender e apenas 3 para criarem e concluírem. Acho que isso explica a queixa de Loco Abreu;
                                                                                        
Destaques: El Loco;
Jogou bem: A. Carlos; Caio, Lucas, Cajá e Bruno Tiago;
Garra: Bruno Tiago;
Comprometeu: ...;
Irritou: ...;
Desafinou: Somália e Herrera;
Ninguém viu: Fahel;

EU ESCALO

Quarta-feira tem o Madureira, no Engenhão, às 19h30.  Eu Escalo: Jefferson, Lucas, A. Carlos, J. Felipe; Somália, M. Mattos, Renato Cajá e Caio; Herrera e El Loco;

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

FOGÃO ESTREIA COM PÉ DIREITO RUMO AO BI



FOGÃO 2X1 D. CAXIAS – CARIOCÃO 2011 – 1º JOGO – ENGENHÃO

Olá Nobres Alvinegros,

E matamos a saudade do Fogão. Vencemos, faturamos três pontos e iniciamos a arrancada rumo ao bi do estadual.

Início de campeonato é sempre assim, times ainda em formação e a hesitação do Bota irritou a galera ainda no 1º tempo. Faltava consistência na articulação e conclusão. E após um início animador o Bota desarticulou, cedeu o terreno verde ao adversário e foi castigado num pênalti inexistente que só Marcelo Henrique viu. O Somália original bateu bem e abriu o placar: 1x0 Caxias.

O Bota do tempo final era muito próximo do que almeja o torcedor. Time aguerrido, vibrante, partindo pra cima e com melhor organização. Joel veio de Bruno e Alex nas vagas de Guilherme e João Felipe. O Bota encurralava e era questão de tempo o empate. Caio já havia perdido ótima oportunidade em belo passe de El Loco. R. Cajá é meio vagalume, mas seus lampejos são bem melhores do que os do L. Flávio. Ela fez uma jogada de um meia autêntico e quase acerta de fora da área.

Na pressão Caio pegou a sobra e bateu forte. O zagueiro defendeu: pênalti! El Loco vai pra bola. Inicia-se um drama que dura alguns segundos, pois sabemos que de loucura ele entende. E foi assim, bola no meio do gol, beijando o travessão, lembrando a cavadinha em cima de Bruno: 1x1 e delírio no mais bonito do Brasil.

Foi a senha para o Bota partir com tudo e mostrar aos bambis que 'secavam' quem manda no Engenhão. Cajá caprichou e deixou Caio na cara do gol. O Talismã não decepcionou e guardou. 2x1 e bela virada alvinegra.

O importante mesmo era estrear com vitória para tranqüilizar o time e a exigente torcida alvinegra. E ela veio, ainda que sem o futebol sonhado por nós em 2011.

Das estréias gostei do Lucas. Versátil e arisco. O cara parece mesmo um lateral de ofício. By by Alessandro. J. Felipe não foi exigido. E os meninos foram tímidos. O time ainda vai encorpar e certamente brigará pelos títulos estadual e da Copa do Brasil. Marcio Azevedo vai tornar o time mais rápido pela esquerda e Caio deve ser mantido. Ele foi o melhor do Bota. Veloz, organizou o time no ataque a ainda garantiu a vitória. El Loco pouco fez, mas converteu o pênalti. Cajá participou pouco, mas foi eficiente.

Torço para que M. Azevedo seja regularizado e possa jogar domingo contra a Cabofriense, provavelmente em Macaé. Mas logo esse time terá outra cara, com Arévalos, Éverton e Herrera. Estamos juntos e misturados. Que prazer voltar a papear com vocês.

“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

EU ESCALO

Vamos entrosar e ganhar bem domingo, contra a Cabofriense.  Eu Escalo: Jefferson, A. Carlos. J. Felipe e M. Rosário; Lucas, Somália, M. Mattos, Renato Cajá e M. Azevedo; Caio e El Loco;

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 5 de dezembro de 2010

2010 – TÍTULO, BOM BRASILEIRO E SEMENTE PLANTADA



Olá Nobres Alvinegros,

As fotos acima ilustram nossa maior alegria em 2010: a fênix alvinegra. A cobrança magistral de El Loco e o gingante Jefferson destronando o Imperador.

Gostaria de iniciar essa crônica com a vaga à Libertadores, mas encerramos a temporada com derrota de 3x0 para o Grêmio, no Olímpico. Sucumbimos diante de um adversário superior e ainda facilitamos com uma escalação defensiva, quando só a vitória interessava. A surpresa de Joel dessa vez foi um tiro no pé, haja vista que entupir uma equipe de zagueiros e cabeças de área não significa marcação eficiente. Abdicamos de jogar. E pior: proporcionamos todos os espaços para que o adversário jogasse como queria. Evidentemente não era essa a despedida que sonhamos em 2010, mas no geral foi um bom ano.

Iniciamos o ano apostando nos gringos Herrera e El Loco. Além de Edno, A. Carlos, Fábio Ferreira, Danny Morais, M. Cordeiro, Somália, e dois jovens da base: Caio e Jorge Luiz. Ainda tínhamos a base da discórdia do ano anterior: L. Flávio, Fahel, Eduardo, Wellington, Túlio Souza e Alessandro. Ah, o técnico era Estevão Soares, que fez de tudo para rebaixar o Fogão em 2009.

Vínhamos de três títulos cedidos ao maior rival e nosso moral estava na lama. Tinha torcedor que sentia calafrios só de imaginar outra final contra os rubro-negros. Éramos 100% dúvida. Mas para o Fogão tudo pode piorar. Fui ao 3º jogo do Bota no estadual, contra o Friburguense, e constatei que não tínhamos a menor condição de chegar à final e sequer vencer um clássico. No jogo seguinte a humilhação: 6x0 para o Vasco em pleno Engenhão.

A casa alvinegra desmorona e o técnico é a primeira vítima. Joel assumiu um time sem alma, sem esperança e de luto. Nossa torcida parecia ter desistido de vez. Parte dela clamava pela eliminação do time para as fases finais, temendo outros vexames, sobretudo para o Fla. E batemos a urubuzada numa quarta-feira de cinzas. E atropelamos o bacalhau na final da taça GB. Estávamos na final pela quinta vez consecutiva. Ainda desconfiado, o torcedor viu o Fogão revirar o placar contra o Flor e chegar à final da taça Rio, o que valeria também o caneco do estadual. Reunimos forças do além, pois teríamos outra vez o urubu em nosso caminho. Mas dessa vez foi diferente, a começar pela força da nossa torcida, que deu um basta e compareceu em peso ao Maraca. Isso contagiou o time e dentro de campo foi uma demonstração de raça e dignidade. Nos superamos e finalmente demos fim ao Império do mal, e nossa torcida teve o momento mais feliz dos últimos 15 anos.

No brasileiro era óbvio que tínhamos de reforçar. Nossa diretoria esforçou-se e trouxe dois dos jogadores mais comentados pela torcida: Jobson e MAGO. Ainda veio Marcelo Mattos, que chegou sorrateiro e logo demonstrou ser um gigante no meio de campo. Com esses reforços, em 10 jogos, vencemos 8, empatamos um e perdemos apenas uma vez. Era campanha para título. O Bota empolgava e passou a virar notícia. Aí veio o imponderável: perdemos Mago. Depois Marcelo Mattos. Em seguida F. Ferreira e por último Herrera. Isso enalteceu nossa carência de elenco, sobretudo de peças na zona de criação, haja vista que L. Flávio jamais foi sombra de Mago e não municiava o ataque. A defesa, sem F. Ferreira e Mattos, ficou desguarnecida e perdemos a consistência na reta final.

Ainda assim, chegamos a ficar a apenas 4 pontos do líder faltando 6 jogos para o fim. Chegamos a sonhar com o título, acreditávamos piamente na 4ª vaga para a Libertadores. Mas não veio. Nem por isso podemos dizer que não valeu. Revejam, há quanto tempo não brigávamos por uma vaga de Libertadores? Respondo, há 15 anos. E a última vez que havíamos sido cogitados para o título brasileiro também fora há 15 anos. Era possível mais? Sim, mas teríamos de ter um super elenco para driblar a má sorte ao longo do ano.

Entre promessas e realidade, devemos manter os seguintes jogadores para 2010: Jefferson, a zaga (menos o Danny Morais), Alessandro e Cordeiro, Somália, Guerreiro e M. Mattos, El Loco, Caio e Herrera. Além da meninada que surgiu em cima da hora, como Alex e Lucas Zen e mais oportunidades para novos talentos.

LISTA DE DISPENSA

Fahel, L. Flávio, Danny Morais, Jobson, Edno, cajá e Túlio Souza. E outros cabeças de bagre cuja alcunha não me veio à cabeça agora.

CONTRATAÇÕES

Dois laterais de nível, dois meias criativos (de nível), e mais um atacante rápido.

Hoje temos uma base, bem diferente do início desse ano. É reforçar na posição certa, com o atleta certo e teremos um 2011 mágico inteiro.

A você amigo de fé, irmão camarada, seguidor da estrela guia BOTAFOGO, agradeço pelos 11 meses intensos que passamos juntos. Pela imensa alegria compartilhada na conquista do cariocão 2010, um momento eternizado nas paredes da nossa memória. Pela boa campanha alvinegra neste brasileiro, pelas vibrações intensas proporcionadas pelo nosso amado Botafogo.

Pedimos a Deus nossos presentes natalinos, além de saúde e paz, dois craques para ganharmos o Brasil em 2011.

 “BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras