domingo, 25 de julho de 2010

FOGÃO REECONTRA BOM FUTEBOL, MAS EMPATA DE NOVO


FOGÃO 1X1 FLOR – BRASILEIRÃO 2010 – 11º JOGO - ENGENHÃO


Olá Nobres Alvinegros,


E empatamos mais uma, a sexta no brasileirão. Isso nos fez visitar a zona do enxofre pela 1ª vez, e paradoxalmente jogamos nossa melhor partida na competição. Coisas que só acontecem ao Botafogo.


Massacramos nos dois tempos, o tal do FH tava rezado, pois tirou bolas com todas as partes do corpo. Faltou o homem gol outra vez, faltou cérebro no meio de campo outra vez, mas dessa vez não faltou vontade de vencer. E demos finalmente um show de aplicação. A jogar assim, predestinado, com tanta entrega, aliada aos retornos de El Loco e do MAGO, mudaremos rapidamente nossa história no brasileirão.

Estamos na zona do desespero sim, mas já sabemos como sair de lá e, de passagem, galgar a zona nobre desse certame. Eu acredito nesse novo Fogão!


O JOGO


Era jogo do novo líder contra o Fogão de selo novo na zona de rebaixamento. Só se falava em Muricy, só se falava dos bambis invadirem o Engenhão. Mas futebol é jogado, se algum estrangeiro esteve no estádio certamente indicaria o Fogão como o líder e o Flor como o time da zona de rebaixamento. O Fogão partiu pra cima desde o 1º minuto. Jogávamos no campo tricolor, dominávamos, mas não éramos incisivos na definição. Ganhávamos a segunda bola, atacávamos pelos lados do campo, pelo meio, mas nada de acertar a última bola. Com apenas 14’ de jogo, já havíamos finalizado 6 vezes, contra uma do Flor. Mas futebol é bola na rede, e este pecado logo terá fim.


Edno surgiu como uma luva nesse ataque. Presente, incomodou a defesa deles o jogo inteiro, tanto pelo meio como pelos flancos, e levava vantagem sempre. Pena que sua última bola seja ainda deficiente. Somália era onipresente, mas evidenciava sua falta de habilidade na hora de definir a jogada. E L. Flávio raramente aparecia em campo.

Desesperado, clamava por um golzinho alvinegro para prevalecer seu domínio, antes do intervalo, mas o gol não veio e imaginei que Murici mudaria o panorama, fazendo com que Conca se livrasse de Guerreiro e que Fred entrasse no jogo.


Na etapa final o Flor até melhorou, Conca tentou desvencilhar-se de Guerreiro, mas sem eficácia. O Bota também respondia e logo voltou a ter as rédeas do jogo e Somália testava FH, que tirava tudo sempre com o pé. Mas cometemos um erro primário no jogo. Jefferson errou o tiro de meta e Emerson recebeu livre, o driblou e abriu vantagem, 1x0 Flor, que pecado Fogão!


Aí Joel se mexeu, e veio de Caio na vaga do inoperante Fahel. O Bota foi pra cima. Mas aí surgiram as lambanças da arbitragem, contra nós é claro. Em lance tumultuado, M. Cordeiro foi agredido na área por Mariano. O juiz fingiu que não viu, o bandeira acusou e o que ele fez? Sacou um cartão amarelo. Sim, ele amarelou e não expulsou o lateral tricolor. Revoltado, o Fogão partiu com mais brio ainda pra cima dos bambis. Era muita pressão. Todo mundo tentava, até Guerreiro arriscava, mas FH estava lambuzado no jogo. Não era possível que suas pernas fechariam o gol até o fim! Quando Joel veio de Cajá, aos 28, passamos a jogar com 11 e imprensamos. E foi de Cajá o cruzamento que resultou no gol de Edno. Ele cruzou fechado e Edno roçou de cuca, essa as pernas de FH não pegaram. 1x1 e festa do dono do estádio mais bonito do Brasil.


O gostoso foi que dessa vez buscamos a vitória até o fim. Era um massacre e intenso o desespero do torcedor, que não acreditava no que via, simplesmente a bola teimava em não entrar. Quando Caio entrou livre no meio da área cheguei a gritar gol, mas FH dessa vez usou os dedos. Em seguida, arranquei meus cabelos com a bola na trave que Antonio Carlos testou. Era gol certo e ninguém pegou a sobra. E no final Thiaguinho fez falta semelhante a que Mariano cometera, como estava no fim o péssimo Rodrigo Sá o expulsou, causando ainda mais revolta em Joel. Em seguida, compensou com a expulsão de Somália e ainda foi sarcástico a expulsar Danny Morais. Com 9 em campo só restava aguardar o apito final. Mas dessa vez a torcida reconheceu o espírito do time e sabe que o caminho para as vitórias foi descoberto, agora é só não esquecer a rota.


MAICOSUEL

Emocionante rever o Mago com manto alvinegro e o quanto essa camisa lhe cai bem. Certeza de que não faltará entrega e logo o ‘velho’ Mago nos brindará com sua magia, habilidade e uns golzinhos de lambuja. Esse é o cara!


“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”


Joel Santana: finalmente fez o Fogão jogar para vencer, mesmo sem ter vencido, a torcida agora reconheceu. Demorou demais para sacar L. Flávio, ele sumiu o 2º tempo todo e quando Cajá entrou passamos a criar situações mais claras. Acertou com Edno, ele deu força ao ataque. Até Alessandro jogou bem, o Bota portou-se bem diante do ex-líder e esperamos que Joel mantenha a postura e faça o Fogão jogar para vencer sempre, só assim sonharemos com a o lado bom da tabela;


Destaques: Edno;

Jogou bem: M. Cordeiro, A. Carlos, Guerreiro, Somália, Cajá e Herrera;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Jefferson;
Irritou: o juiz;
Desafinou: L. Flávio e Jefferson;
Ninguém viu: L. Flávio e Fahel;


EU ESCALO


Domingo pegaremos o Vitória. Nada mais sugestivo para reencontrar a vitória e iniciar a sonhada arrancada no brasileirão. Finalmente teremos o MAGO! Ah, também Loco Abreu. E essa não perco de jeito nenhum. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira e Edson; Alessandro, Guerreiro, L. Flávio, Maicosuel e M. Cordeiro; Herrera e Loco Abreu;


“Tu és o Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém...”


Força Sempre Fogão!


Saudações Alvinegras

quinta-feira, 22 de julho de 2010

FOGÃO REAGE E ARRANCA EMPATE COM PORCO












FOGÃO 2x2 PALMEIRAS – BRASILEIRÃO 2010 – 10º JOGO

Olá Caros Alvinegros,

Arrancar um empate com o Porco no Pacaembu após desvantagem de dois gols denota ao menos que ainda há brios nessa equipe. Certo? Sim, mas faltam talento e vontade de vencer.

O Fogão reagiu, fez dois gols em dez minutos e teve medo de vencer. Sim, Joel optou pelo inútil Túlio Souza quando o jogo se ofereceu para o Bota.

É sempre a mesma história, só atacamos para diminuir o prejuízo, nunca para ganhar o jogo. Até quando Joel!?!

Alguns flagrantes se evidenciaram no Pacaembu. Alessandro é menos um, L. Flávio é invisível e jamais ganharemos o meio de campo com este omisso. É sua característica. Toque suave, para o lado e ‘expert ‘ em atuar na zona neutra do campo. E nosso ataque não possui quem empurre a redonda para as redes.

O Fogão recebeu a ótima notícia da confirmação da aquisição do Mago. Talvez estréie domingo, contra o Flor, agora líder. Não devemos crer que Maicosuel fará com que Alessandro acerte cruzamento e o ataque seja pragmático. Mas sabemos que ele em campo é luz no meio e no ataque. É o nosso semideus.

O JOGO

Quem viu a etapa inicial na íntegra apostava que se Loco Abreu tivesse na área o Fogão teria saído em vantagem. Não nos impomos para ganhar o jogo, mas estivemos presentes. Contudo, falta poder de definição. Na verdade, a última bola não saía e o Fogão dominava, mas apenas ciscava na entrada da área alviverde. Caio começou bem, mas depois amarelou depois de levar umas três sarrafadas muito bem distribuídas pelos botinudos paulistas. O Verdão melhorou e apertou no fim, mas o jogo chocho teve o placar justo no 1º tempo.

Algo tinha de ser feito e o Porco voltou de verde limão para o tempo final. E ofuscou o Fogão logo no primeiro minuto. Fahel derrubou Kleber na entrada da área. Marcus Assunção mandou no ângulo de Jefferson, parecia ter cobrado com as mãos. 1x0 Porco. O Bota sentiu e se arreganhou todo. Não tomamos o segundo por sorte, mas aos 10’ Kleber recebeu na área, cortou facilmente Fahel e guardou. 2x0 e vi ali o caldo entornar. Sinceramente, não via alternativas, dada a postura nula do Fogão.

Foi aí que Joel pôs o time pra cima. Primeiro veio de Edno na vaga do inoperante Fahel. Depois Renato Cajá na vaga do homem invisível. E o Fogão começou a incomodar. Cordeiro acertou o cruzamento perfeito e Jobson cabeceou com estilo. 2x1.

Agora quem sentiu foi o Porco. A torcida deles se calou e o Bota partiu para o empate, que veio de novo em outro bom cruzamento de Cordeiro, agora na cuca legal do nosso zagueiro-artilheiro, Antonio Caros, que testou no ângulo direito de Marcos: 2x2 e comecei a crê no impossível. Aí Joel me desiludiu, sacou Caio e veio de Túlio Souza. Ora, o Fogão acabara de empatar, o adversário estava tonto em campo e Joel resolve reforçar a marcação quando mais 5 minutinhos seriam suficientes para a virada. Êta técnico medroso! No fim ainda perdemos Jobson expulso injustamente pelo covarde Alício Pena Junior. Domingo é dia de mostrar aos bambis que o sonho acabou. Mago neles!





















“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”


 Joel Santana: acorda Joel! Tenta ganhar o jogo antes de estar perdendo. A torcida vai aceitar uma derrota quando jogamos o tempo todo para vencer. Mas não aceitaremos derrotas e empates quando não tentamos ganhar o jogo;

Destaques: Jobson;
Jogou bem: Edno, M. Cordeiro, A. Carlos e Cajá;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Fahel;
Irritou: Fahel e L. Flávio;
Desafinou: L. Flávio e Caio;
Ninguém viu: L. Flávio e T. Souza;


EU ESCALO
Domingo é hora de mostrar as tricoletes quem manda no Engenhão. E se Mago estrear mesmo é festa. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Danny Morais; Alessandro, Guerreiro, Somália, Maicosuel e M. Cordeiro; Caio e Herrera.

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

segunda-feira, 19 de julho de 2010

REFLEXÕES ALVINEGRAS



















Olá conformados alvinegros,

Ontem fui ao mais bonito do Brasil na esperança de ter o meu Botafogo de volta. E até agora o procuro. Fui para ver o taslimã Caio deixar de ser promessa. Fui para ver a raça do Herrera, uma inspiração apenas de L. Flávio e o milagre de um cruzamento certeiro do Alessandro. Esperava que a zaga não hesitasse tanto, que o meio de campo funcionasse, e que o ataque existisse. Esperava ousadia do omisso Joel Santana. Sonhei em ver o meu Fogão de volta.

Quem ama cuida e quem ama jamais abandona. Essa sensação de quem ama e sabe que pode fazer mais pelo objeto de tanto amor me fez abandonar meu sofá quente e encarar o frio para gritar para todo o mundo ouvir como é grande o meu amor pelo Fogão. Só o amor pela estrela solitária para me fazer esgoelar com Fahel, Alessandro e Cia, elogiar o juiz e ainda sair do estádio pensando logo no próximo evento, pois sonho em rever Maicosuel com o manto Alvinegro. Mesmo se não fosse por ele, eu inventaria outro pretexto, pois afinal é o Fogão em campo e tudo pode acontecer, até mesmo dar tudo certo pra gente.

REFLEXÕES ALVINEGRAS

Quando deixei a razão se apoderar por alguns minutos do meu pensamento, fiquei refletindo acerca da pífia campanha alvinegra nesses 10 jogos do brasileirão. Ainda não encontramos a batida perfeita, digo, partida. No início ainda encontravam argumentos. Era início de campeonato e algumas carências a diretoria iria suprir. Decorridos quase um terço do certame, chegamos há algumas conclusões, e não são nada animadoras.

JOEL SANTANA – conhecido como o rei dos estaduais, sobretudo os do RJ. O cara é bom nisso. E ninguém duvida. Ora, ser campeão com esse time não é para qualquer um. Mas peraí, o carioca é um torneio de tiro curto, joga-se para valer mesmo nas semifinais e na final tudo pode acontecer.

No brasileirão Joel nunca foi bem sucedido, exceto uma vez quando levou a urubuzada a Libertadores, ou seja, Joel é zebra em brasileirão. Ora, o cara joga na retranca dizendo que estuda o adversário. Usa três zagueiros para fortalecer o sistema defensivo e nossa zaga é exposta o jogo todo. Depois que o caldo azeda ele enche o time de atacantes e diz que tentou ganhar o jogo. Francamente senhor Joel, porque não tenta ganhar o jogo durante 90 minutos?!? É lógica, multiplicam as chances de vitória e não irrita tanto o pobre torcedor.

Treinamos durante 40 dias e o que se viu foi um Fogão pior do que o do início da competição. Só pra gente vale o pior impossível. Antes do brasileirão tivemos duas semanas para ajustar o time. Fizemos pré-temporada, inter-temporada duas vezes e jogamos só isso? Ora, pelo amor de Deus Sr. Joel, tá tudo errado! Teve torcedor ontem no Engenhão com saudade do Cuca. Isso mesmo, teve gente defendendo o depressivo porque ao menos o time dele jogava pra frente e bonito. Ainda que entregasse quando abria vantagem...

MAICOSUEL – ontem tive a certeza de que Maicosuel não irá mascarar o time inteiro como ocorreu no estadual de 2009. Estamos no brasileirão e nada pode ocultar uma defesa sem proteção, sem capacidade técnica e sem senso de direção. Taticamente marcamos mal. Nossos cabeças-de-área se posicionam mal e Guerreiro corre desesperado pelos lados do campo e não se acha. L. Flávio já se escondia, imagina agora com o Mago? Mesmo assim o fato é que Maicosuel é a nossa principal e grande esperança. Quem sabe com sua habilidade e personalidade não contagia o time outra vez? O cara é ídolo e joga muito, mas precisará operar milagres para fazer os acéfalos ao seu lado renderem;

HERRERA – o cara é raçudo, mas tem sido inútil no ataque alvinegro. Ontem ele destruiu vários bons ataques, perdeu dois gols feitos e a raça sumiu. Ou seja, todas as suas qualidades esvaíram-se. Como não possui habilidade e seu jogo não é eficiente, o Botafogo paga o preço com um ataque que não balança as redes;

CAIO – reclama da arbitragem, dos companheiros, da bola, do treinador, da torcida e dele próprio. Podia trabalhar numa ouvidoria, como gosta de reclamação! O problema é que ele não tem autocrítica. Ontem deixou Herrera na cara do gol. Tentou outras jogadas, mas o que ficou marcado mesmo foi uma cavadinha que resultou no gol do adversário. Seu futebol ficou na promessa e vem sucumbindo diante do nível de marcação do brasileiro.

JOBSON – o cara vem sendo 100% transpiração. O problema é que só isso não basta. Tecnicamente Jobson precisa evoluir 100%. Ele tem personalidade, vai pra cima, tem raça e tenta. Mas seus chutes têm sido bisonhos. Precisa treinar muito a pontaria, pois nem os 7 meses longe da bola justificam suas tentativas bizarras como as de ontem.

DIRETORIA – vem prometendo zagueiros e laterais. Concentrou todos os esforços em
Maicosuel, louvável. Mas e o time para chegar à Libertadores? Cadê?


“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”


“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

terça-feira, 1 de junho de 2010

ENGENHÃO – DECIFRA-ME!
















Estádio de 1º mundo; o mais moderno da América do Sul; o mais bonito do Brasil.
O Engenhão é um orgulho da cidade do Rio de Janeiro. Custou cerca de R$ 400 milhões de reais aos cofres públicos. Foi construído para ser o principal palco dos jogos Pan Americanos de 2007. Foi repassado ao Botafogo num leilão o qual somente o Bota presentou proposta. Pagamos um aluguel simbólico e a manutenção do estádio é avaliada em R$ 200 ou 300 mil mensais. O Fogão manda seus jogos lá desde 2007. E até hoje reclamamos do conforto que nos foi prometido. A última do atual presidente. Teríamos praça de alimentação, com algumas redes.

O fato é que o torcedor tem problemas para se locomover até o Engenhão. Embora existam alternativas como trens, ônibus e vias expressas, tudo ainda funciona precariamente. E isso, além da falta de um craque no time, afasta a torcida.

ACESSO DE CARRO
Podemos chegar pela Suburbana (D. Helder Câmara), pela 24 de maio e por outros caminhos alternativos. O problema é a dificuldade de acesso nos arredores do estádio. Ruas estreitas e sem opções de estacionamento. Quando dá mais de 20 mil é um caos total. O pobre torcedor então opta pelos trens. Horário indefinido e falta de conforto afasta muita gente. Os ônibus ficam presos nos engarrafamentos no entorno do estádio.

SEGURANÇA

O local é ermo à noite e jogos após às 21h é perigo dobrado. A divisão das torcidas em clássicos é mal estruturada. Quem vai para a Oeste de trem ou de ônibus precisa acessar a estação ou ponto dos ônibus pela Sul, setor do visitante. Inevitavelmente se cruzam. Ora, se até contra o Vasco teve confronto, que dirá contra o urubu. O policiamento é sempre ineficaz.

FAST FOOD
Para evitar o congestionamento o torcedor se programa e chega bem mais cedo ao estádio. Imagina um jogo num domingo, às 16h. Você chega com sua família às 14h. Saiu de casa às 13h. Legal, você se planejou e por isso vai ficar com fome. Não há restaurantes ao redor. O lanche é feito nas biroscas no entorno do estádio, onde também se bebe refrigerantes ou cervejas, pois lá no Engenhão pode.

Cadê os prometidos restaurantes que essa diretoria divulgou no início do ano?!? O Bob’s instalado por lá não dá vazão nem em jogos com menos de 5 mil pagantes. Cadê o conforto para o torcedor dentro do estádio?!? Vende-se um copo de refrigerante por R$ 4,00. Um pão com salsicha também custa R$ 4,00 (tudo frio). Um copo de mate é R$ 3,00. Ah, você pode encarar a fila do Bobs, pois são pouquíssimos estabelecimentos. O estádio oficialmente comporta 45 mil pessoas, mas eles se preparam para mil ou duas mil. E ainda cobram a presença do torcedor.

ACÚSTICA

O estádio é olímpico. Logo, foi projetado para este fim, com o futebol pensado em 2º plano. Portanto, a acústica do estádio nunca será como a de uma arena arquitetada para este fim. Ademais, a previsão inicial era fechar todo o anel do Engenhão, como isso não ocorreu, o vão existente nas alas norte e sul impedem o retorno do som, que se dissipa facilmente. Assim, dificilmente teremos o Engenhão como um caldeirão alvinegro.

CONFORTO

Certamente o Engenhão foi projetado para coreano, haja vista o curto espaço existente ente as cadeiras, tanto superior quanto inferior. Isso, aliado ao vai e vem dos ambulantes, torna desconfortável suportar os 90 minutos, mas o amor pelo Fogão supera. Ah, a sinalização dentro do estádio também deixa a desejar.

INGRESSOS

O preço dos ingressos foi majorado em 100% em relação ao brasileirão do ano passado. Pagávamos R$ 20,00 com preço normal. E R$ 10,00 nas promoções. Ah, não existia setorização. O Preço valia para Leste Inferior ou Superior, para Norte ou Sul e para Oeste. Tendo a oeste inferior como setor do Visa.

A torcida até foi no final, quando o time corria mais e mostrava que ao menos queria permanecer na 1ª divisão. Passamos a encher o estádio nos jogos finais. Neste ano, após acabar com a maldição do urubu, torcida eufórica, não enchemos o Engenhão contra Santos nem contra Goiás. E contra o Vasco foi um fiasco, com menos de 20 mil pessoas.

MARKETING
Quando o Bota lançou o programa Torcedor Oficial, em 2007, havia planos para quem freqüentasse as cadeiras azuis e as arquibancadas do Maraca. Com preços acessíveis, houve adesão considerável. Hoje o menor valor para poder freqüentar o Engenhão é de R$ 50,00. 10% do salário mínimo. Para muita gente ainda é oneroso. O torcedor oficial fica na Oeste Superior. Ainda não vi por lá mais de 3 mil pessoas. Por que não lança também um plano popular a R$ 20,00 ou 30 reais para o torcedor freqüentar o Setor Norte?!? Lá cabem 4.500. Vende então 2 ou 3 mil para este setor. Pelo menos teremos sempre um mínimo de 5 mil presentes. O preço de R$ 50,00 não é caro, mas a maioria ou é estudante ou se finge de estudante. Então dois jogos saem
por R$ 30,00 e três por R$ 45,00.

SUGESTÃO DE PREÇO DOS INGRESSOS:
R$ 30,00 Leste Superior, Inferior e Oeste Superior
R$ 20,00 Norte ou Sul e apenas mantendo a oeste inferior como setor diferenciado

Mesmo preço valendo para clássicos.

SOLUÇÕES?
Quem tiver as suas que nos envie, pois pretendo repassá-las ao presidente alvinegro. Ele vem reestruturando o Bota, inclusive nas divisões de base. Nossa sede foi restaurada, nosso ginásio também. Então creio na boa fé de ao menos ouvir a voz do maior patrimônio do clube: sua apaixonada torcida.

Para concluiur, jogávamos no Caio Martins, conforto zero. Hoje temos o Engenhão. Mudamos da água para o vinho? sim. Mas podemos melhorar a intensidade dessa bebida. Ah, poderia ser até em Marechal Hermes, é BOTAFOGO, estamos lá, onde quer que estejas, nós nunca te abandonaremos. És nossa maior emoção, nosso orgulho, nossa paixão.


“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 30 de maio de 2010

EMPATE INSOSSO E JUSTO NO ENGENHÃO




FOGÃO 1x1 BACALHAU – BRASILEIRÃO 2010 – 5º JOGO

Olá Realistas Alvinegros,

Quem viu o chocho empate do Bota no mais bonito do Brasil teve a certeza de que sem Maicosuel e Jobson navegaremos pela zona intermediária da tabela, oscilando entre rebaixamento e Sul Americana.

Lutamos sempre contra a forte marcação do adversário e contra nossas limitações. A falta de alternativa contra o Vasco foi gritante. Faltou alternância de jogadas e banco para mudar o panorama. Quando Túlio Souza vira opção de meio de campo e Edno nossa arma ofensiva é para desiludir de vez a torcida.

Apesar do desempenho irregular, estamos em 5º na tabela, atrás do Avaí apenas por um gol. Logo concluímos que nesse início de brasileirão o nível ainda é fraco. E por este motivo exigimos mais do Fogão. A irresponsabilidade de Caio e Herrera nos custou 3 pontos em BH. Seríamos agora vice-líder. Mas precisamos jogar bem mais se quisermos navegar por águas mais serenas, como a zona da Libertadores.

O JOGO

Mandamos no tempo inicial até sofrermos o gol, aos 26 minutos. O Fogão jogava como mandante e fazia valer isso em campo. L. Flávio deixou Herrera na cara de F. Prass, mas o gringo perdeu gol feito. Depois L. Flávio sofreu um dos pênaltis mais pênalti desse início de brasileirão, mas Simon não teve coragem de marcar a falta máxima. E olha que ele ainda olhou para o bandeira pra ver se este assinalara. Ora, se ele, árbitro da FIFA e da Copa do Mundo, a 2 metros do lance não marcou... olhar para o bandeira é demonstrar muita incompetência.

Embora dominante, faltava ao Bota poder de decisão. Caio não finaliza e Herrera não joga fixo. L. Flávio jogava longe da área e T. Souza era uma negação. Do lado do Vasco, uma boa escapada de Ernani abriu o placar. Ele penetrou livre pela esquerda, cortou o zagueiro e bateu com o pé errado, tirando Jefferson do lance. 1x0 Bacalhau.

O Bota foi pra cima e curiosamente empatou num pênalti esquisito de Nilton. Ele defendeu uma bola caído e Simon enxergou este. Herrera bateu forte no canto esquerdo de Prass. 1x1.

O jogo seguiu quente até o intervalo. No tempo final, entretanto, o jogo parecia amistoso. Times desinteressados e um Bota sem massa cinzenta no meio de campo. O Vasco era quem ameaçava um pouco. Caio sofreu duas trombadas que o deixaram zonzo, mas seu futebol foi pobre, e após desperdiçar mais um contragolpe, Joel esgotou a parcimônia e veio de Cajá. O Bota já contava com Edno e M. Cordeiro, o que fez melhorar seu repertório. E terminamos martelando a cozinha cruzmaltina, mas sem eficiência. Na melhor delas, Edno obrigou Prass a fazer grande defesa e na outra a bola raspou o travessão. E fim de papo. Pouco para quem programou arrancar para a ponta neste início de competição. Apenas uma vitória em casa em 3 jogos. O Bota precisa de Maicosuel e de Jobson. Ah, um lateral direito também cairia bem, pois ninguém merece Alessandro.

“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Joel Santana: insisto com a pergunta que não quer calar: por que Somália não joga no meio de campo e jogamos com dois laterais? E outra, quarta-feira, contra o Cruzeiro, nosso meio de campo com L. Flávio e Cajá dominava o Cruzeiro e o Bota criava muito. Então por que Túlio Souza? Ele não marca e não cria. Joel, seja humilde e entenda que Somália pode ser um ótimo segundo volante, ao lado de Guerreiro. Isso sim vai fazer o Bota render mais, pois libera Cordeiro e ganhamos ao menos um lateral que vai ao fundo e cruza.

Destaques: ...;
Jogou bem: Herrera e Somália;
Garra: Herrera;
Comprometeu:;
Irritou:;
Desafinou:;
Ninguém viu: R. Cajá;

domingo, 23 de maio de 2010

GOLEADA COM CALDO ENTORNADO NO FIM







FOGÃO 3x0 GOIÁS – BRASILEIRÃO 2010 – 3º JOGO


Olá Caros Alvinegros,


Caio pela direita levava sarrafada de todos os lados. O menino é bom, é ousado, mas falta-lhe ‘time’ para achar o momento certo para tornar-se profícuo. Digo isso porque em alguns contragolpes seu preciosismo prejudica o Bota. Precisa entender que passar a bola no tempo certo para quem está mais bem colocado vale mais do que tentar um golaço. E a torcida sabe disso. E vai admirá-lo ainda mais.”


Inicio essa crônica com o fragmento do 1º texto desse brasileirão. E Caio ainda não aprendeu a lição. Num momento como esse não podemos dizer que sem ele as coisas seriam mais fáceis. Ele participou diretamente de dois gols e, embora não brilhasse, era um jogador fundamental em campo. Contudo, sua individualidade irritava a todos no Engenhão. Eu me esgoelava na Leste Superior para que o menino tocasse a bola nos contragolpes do Bota. Se assim ele fizesse meteríamos 5 na outrora ‘maldição verde’.


Seria um fim de semana de festa, mas o feijão azedou no final. Iniciamos o domingo como líder do brasileirão, mas não teremos ataque na dura parada frente o cruzeiro, no Mineirão, quarta-feira.


O JOGO


Tarde linda, sábado de sol e Fogão no Engenhão. Programa melhor não há. Fui e esperava mais da massa alvinegra, embora os 17 mil presentes não tenha sido ruim, acredito que o horário de 4h da tarde num sábado não seja perfeito, talvez 17h ou 18h. 4h da tarde é ideal para domingo. Aí eles marcam às 18h30. Quem manda é a TV né...


Começamos em ritmo lento e o Goiás logo se acomodou na nossa casa. Sem a referência de El Loco e a boa postura do adversário, sobrecarregando o meio de campo com o 3-6-1 de Leão, o Bota travou cedo. Restavam-nos alçar bola na área, mas sem a referência de Abreu éramos presas fáceis para a bem postada zaga esmeraldina. E o pior era que o adversário encontrava espaço no território alvinegro, zaga mal colocada e errando fundamentos primários, resultaram em 3 ótimas defesas de Jefferson. A torcida já temia pelo pior no tempo inicial, quando Caio foi derrubado na entrada da área. À feição para o maestro relembrar seus bons tempos. E a sinergia na arquiba nos fazia crer que aquela bola mudaria a história do jogo. Eu falei: tá com cheiro de gol. E L. Flávio não perdoou, linda cobrança e bola na caçapa: 1x0 Fogão. Alívio da torcida e enquanto nos abraçávamos vimos Herrera bater cruzado, Caio tentar o rebote e Somália pegar a sobra para estufar as redes, 2x0 Fogão. Como ainda estávamos abraçados, permanecemos por mais alguns segundos, pois já esperávamos o 3º, que só não veio porque o juiz expulsou o goleiro do Goiás por reclamação e quebrou nossa sequência mortal. Tudo bem, comemoramos também como se fosse um gol. Fim de papo no tempo inicial e a certeza de que a tarde seria alvinegra. Festa no mais bonito do Brasil.


No tempo final administrávamos o placar e contragolpeávamos quando queríamos. Era só acertar a jogada, passe rápido no tempo certo e o placar se dilataria. Mas Caio cometia o pecado de prender em demasia a bola e testou nossa parcimônia. Antes de Caio estragar a festa, Herrera finalizou com perfeição a boa trama do Fogão, após cruzamento certeiro de L. Flávio. 3x0 Fogão.


A torcida fazia a festa, mas o individualismo de Caio atrapalhava. No final do jogo todo o estádio mostrava sua indignação com o menino prodígio. E aos 38 foi demais. Contra-atraque quase mortal, 3 contra 2, e Caio não rolou nem para Herrera nem para Alessandro, livres em cada extrema do campo. E tentou sozinho, e perdeu de novo. Nos impacientamos outra vez. E Herrera explodiu. E Caio revidou. E ambos foram expulsos. E nos perguntamos por quê?!? Herrera é experiente e não deveria provocar o menino ainda em campo. Mas paciência tem limite, anda mais para argentino... Os dois foram multados. E o Bota o mais prejudicado, pois jogará sem ataque contra o Cruzeiro, no Mineirão.


“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Joel Santana: Até quando vai insistir com Somália na esquerda? M. Cordeiro é o melhor passe e cruzamento na área. Mas Somália é o cara. O cara que erra tudo no ataque. No mais o time esteve travado até a bela cobrança de falta de L. Flávio. Falta variedade no repertório de jogada. Falta massa cinzenta no meio de campo. Falta apoio dos laterais. Falta melhor posicionamento e consistência da defesa. Falta mito ainda ao Bota.

Destaques: ...;


Jogou bem: L. Flávio, Alessandro, Edno e Herrera;


Garra: Guerreiro;


Comprometeu: Herrera e Caio;


Irritou: Caio;


Desafinou: A. Carlos;


Ninguém viu: R. Cajá;

EU ESCALO


Parada dura quarta-feira, contra o Cruzeiro, às 21h50. A teremos ataque. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Fahel; Alessandro, Guerreiro, Somália, L. Flávio e M. Cordeiro; Edno e Diguinho;


“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!


Saudações Alvinegras

domingo, 9 de maio de 2010

TUDO IGUAL NO DUELO RIO-SÃO PAULO NA ESTREIA DO BRASILEIRÃO 2010




FOGÃO 3x3 SANTOS – BRASILEIRÃO 2010 – ESTREIA ALVINEGRA

Olá Nobres Alvinegros,

Não se pode dizer que estreamos com o pé direito no brasileirão 2010. Mas também não foi com o pé esquerdo. Digamos assim, o Fogão estreou no brasileirão medindo forças com o melhor time do Brasil no momento. E não perdeu. Melhor assim? Não. A menos que o Santos estivesse completo. E nem assim poderíamos nos contentar com um empate dentro de casa.

Fui para certificar-me do cardápio do campeão carioca e o que o campeão paulista tem. Vi e de cara constatei que o favorito ao título é o campeão paulista. E quanto a nós... bem, precisamos de pelo menos 3 ou 4 reforços para ontem. Um bom zagueiro, um ou dois bons laterais e um meia criativo e rápido. No meio Maicosuel pode resolver, isso se a diretoria conseguir a façanha de juntar R$ 12 milhões em duas semanas. Ainda assim ele só estrearia na 12ª rodada. Uma incógnita dizer em que posição estaremos até lá. Quanto ao zagueiro tem de ser alguém pronto. Pra chegar e liderar a cozinha alvinegra. E os laterais ocupariam fácil as vagas de Alessandro e Somália. Se bem que ainda prefiro Cordeiro por lá.

O espírito alvinegro de superação, ao menos, permaneceu imbuído nesse grupo. E por isso conseguimos o empate na raça no fim. Quiçá uma virada se tivéssemos mais 5 minutinhos.

O JOGO

A grande presença de alvinegros no mais bonito do Brasil demonstrava a força e o orgulho de ser alvinegro. Foi o maior público da rodada. Os cerca de 26 mil alvinegros contagiaram o Engenhão e fizeram o Fogão crer que era possível bater o campeão paulista. Assim, num bate-rebate pelo alto, F. Ferreira pegou o rebote e bateu. Bateu tão mal que a bola se ofereceu a Antonio Carlos inaugurar de cabeça o placar do Engenhão e do brasileirão 2010.
1x0 Fogão.

Mesmo com a vantagem, era nítida a posse de bola e o domínio do meio de campo pelos santistas. Toque rápido e bola de pé em pé. Restavam-nos os contragolpes. Contudo, em dois deles, El Loco travou nossa arrancada. Tivemos ainda assim duas boas chances. Uma com Antonio Carlos e outra com Somália. Por falar em Somália, ele mostrava desde o início que seria um dos destaques negativo do jogo. Além de desperdiçar bons ataques alvinegros, ele tenteou por três vezes entregar o ouro. E conseguiu. No gol de empate do Santos, contudo, credito o mérito para o envolvente toque de bola do adversário. Bola de pé em pé até o cruzamento certeiro para Neymar empatar. 1x1.

O Bota sentiu e de cara sofremos a virada. Essa sim com passe perfeito de Somália para André fuzilar Jefferson. 2x1 Santos. Momento de tensão e de pane alvinegra. Cedemos espaços e da arquibancada me via obrigado a lembrar que o jogo era no Engenhão, a casa alvinegra e que convidado tem de respeitar a casa. Felizmente Antonio Carlos me ouviu. Alessandro cobrou a falta e o juiz cortou de bumbum. Isso mesmo, hilário, Gaciba cortou a bola com o traseiro e na sobra Renato achou A. Carlos livre na área. Este sem deixar a redonda cair emendou de prima. Belo gol no empate do Fogão aos 45’ da 1ª etapa. 2x2.

Sabíamos que Joel mudaria a cara do Bota no tempo final. E ele veio logo de Edno e Caio. A torcida acreditou. Mas a mudança deixou uma cratera no meio de campo, mas o Bota também agredia. Edno começou bem, dando boas arrancadas pela esquerda. Mas logo sumiu. E o Santos voltou a dominar a meiúca. Com a Saída de Neymar o jogo caiu numa monotonia. Herrera era entrega total. E quase faz um gol de placa no Engenhão. Levou toda a zaga santista e bateu rente à trave. Caio pela direita levava sarrafada de todos os lados. O menino é bom, é ousado, mas falta-lhe ‘time’ para achar o momento certo para tornar-se profícuo. Digo isso porque em alguns contragolpes seu preciosismo prejudica o Bota. Precisa entender que passar a bola no tempo certo para quem está melhor colocado vale mais do que tentar um golaço. E a torcida sabe disso. E vai admirá-lo ainda mais.

Embora o Santos ameaçasse pouco na etapa final, para achar espaço na zaga alvinegra não é preciso consultar o ‘Zé Buracão’. Assim, sofremos o 3º gol com uma bola lançada na área sem que ninguém acompanhasse Zé Eduardo. Este cabeceou livre. 3x2 Santos.

Restavam-nos 10 minutos para não decepcionar a massa alvinegra. Fomos com tudo. O problema era achar alguém que fizesse o básico de acertar um cruzamento na área. E coube a Cordeiro, que entrou no fim, cruzar na medida para Herrera testar e decretar o empate aos 43’ do tempo final. Ufa! Alívio no Engenhão. 3x3.

Pena que não empatamos antes, porque ficou a impressão de que chegaríamos a vitória se tivéssemos ao menos mais cinco minutinhos. Fim de papo e a certeza de que sem reforços não brigaremos pela Libertadores e o pesadelo de 2009 pode se repetir em 2010.

“BOTAFOGO: SUA TORCIDA É UMA FORTALEZA E JAMAIS SE RENDERÁ”

Joel Santana: precisa entender que o cariocão já acabou. Brasileirão é outro papo. Somália tentou entregar o ouro três vezes e Joel só pôs Cordeiro no fim. Por que não põe Somália no meio, junto com Guerreiro e Marcelo Cordeiro na esquerda!?! É mais fácil Somália cobrindo os avanços de Cordeiro, pois ao menos teremos alguém que vai ao fundo e sabe fazer cruzamentos. Nosso meio de campo é uma tragédia. Renato, T. Souza não podem ser titulares. Triste, mas L. Flávio é menos pior;

Destaques: Antonio Carlos e Herrera;
Jogou bem: Caio;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Somália;
Irritou: Somália e Túlio Souza;
Desafinou: Túlio Souza, Renato Cajá e Edno;
Ninguém viu: Túlio Souza e Renato Cajá;


EU ESCALO

Vamos mudar a atitude e jogar para vencer em qualquer território. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Fahel; Alessandro, Guerreiro, Somália, L. Flávio e M. Cordeiro; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras