quinta-feira, 17 de setembro de 2009

ALELUIA, VITÓRIA ALVINEGRA E FOGÃO CLASSIFICADO




FOGÃO 3X2 FURACÃO – COPA SUL AMERICANA – 2º JOGO - Engenhão

Ufa! Pode vibrar galera alvinegra. O Fogão finalmente encerrou o incômodo jejum de 10 jogos sem vitória. E para saborear, ela veio representando a classificação do Bota às oitavas de final da Sul Americana. E para não sair da rotina, com dramaticidade e requintes alvinegros. Três gols chorados e por isso muito mais comemorado. Frango de Castillo e coração na boca.

O placar de 0x0 levaria à decisão por pênaltis. O problema é que o peso do momento adverso do Bota travou por demais o Fogão. O 1º tempo alvinegro é pra se descartar. Não jogamos futebol. Para se ter uma ideia, só concluímos a gol uma vez, e foi no pênalti de L.Flávio. Já o Furacão jogava com facilidade e dominava o meio de campo. Chegava como queriam e se aproveitava da benevolência do meio de campo, defesa e da incapacidade tática e técnica de Alessandro.

Dessa forma abriram o placar com Weslei, que joga fácil no nosso time. Ele recebeu lançamento na esquerda, cortou Alessandro como quis e encheu o pé. Castillo, com a mão mole, aceitou: 1x0 Atlético PR.

Só chegávamos por meio de algumas faltas sofridas por Jônatas, lento, porém o mais lúcido do meio de campo. Juninho não estava inspirado e nossa principal arma engasgou.

Sem inspiração, contávamos com a sorte de um lance fortuito para furar a rede paranaense. E ela veio com Reinaldo, para mim num pênalti maroto, mas o Seneme já havia ignorado penal em André Lima. Apreensão no mais bonito do Brasil. L. Flávio concentra-se e André Lima ajoelha-se. Só Jesus salva. E com essa fé L. Flávio foi pra bola e mandou com carinho. Ela beijou o poste esquerdo e acariciou o véu da noiva: 1x1, alívio alvinegro, esperança renovada e fim de papo no 1º tempo. Ah, André Lima ficou permaneceu de joelhos rezando e agradecendo a todos os santos.

O gol de empate aos 45’ do 1º tempo fez o Fogão voltar menos travado para o tempo final e acreditar. Mas ainda faltava confiança. Era nítida a impressão de que cada atleta carregava um saco de cimento nas costas. Mas com movimentação intensa o Fogão virou. Thiaguinho cobrou rápido o lateral e achou L. Flávio na área. Ele girou e descobriu Gabriel na esquerda. Ele bateu esquisito, e a bola entrou chorando, de mansinho, para explosão da massa alvinegra. 2x1 Fogão.

Ainda faltavam 30 minutos para findar a partida. E o Bota teve a bola do jogo com Reinaldo. Ele invadiu livre pela esquerda e na hora de concluir perdeu o tempo de bola e o zagueiro salvou. O castigo veio. Wellington posicionou-se mal na zaga e permitiu que Nei recebesse livre, nas suas costas, e concluísse a gol. Bola em cima de Castillo e um piu-piu clássico e inacreditável: bola embaixo das pernas, empate do Furacão e desespero de Leandro Guerreiro. 2x2.

36’ de jogo, o Fogão cede o empate e parecia que só um milagre reverteria nosso drama. E não é que ele veio!?! 38 minutos do 2º tempo. L.Flávio cobra falta, André Lima roça na bola e Wellington pega a sobra e bate de joelho. Seria um gol feio, mas feio é não fazer gol, a torcida ainda esperou a confirmação do bandeira para comemorar. Ufa, 3x2 Fogão.

Ainda faltavam sete minutos e tudo poderia acontecer. E foi um sufoco só, Victor Simões entrou e conseguiu perder o gol mais feito do jogo ao carimbar a trave de Galatto. Para nossa sorte, não deu mais tempo para nada. Era só comemorar o fim do maldito jejum e torcer para que o alvinegro finalmente volte a jogar bola no brasileirão.

Ah, que venha o Emelec (que nojo!). Dia 23 faremos o 1º jogo no Engenhão. É meter 3x0 liquidar no Equador.

Que volte então o nosso amado Glorioso!

Estevam Soares: parece que vem lendo nossa coluna. Foi ótima a surpresa do Gabriel. Mas nada é perfeito, pois Emerson ainda estava lá. Jônatas deixa o meio criativo, mas com L.Flávio o ritmo é lento demais. Cadê o Batista? Rezamos para que encaixe logo seu padrão no Fogão. Ainda é nítido que o time não tem consistência;

Destaques: Jônatas e Gabriel;
Jogou bem: Guerreiro; André Lima e L. Flávio
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Castillo;
Irritou: Castillo, Alessandro e Emerson;
Desafinou: Reinaldo e Victor Simões;
Ninguém viu: Eduardo;

EU ESCALO
O desafio agora é o Santos, domingo, às 18h30, na Vila Belmiro. É reforçar a marcação e acreditar em todas as bolas. É raça pura durante 90 minutos. Eu Escalo: Jefferson, Juninho, Teco e Eduardo; Thiaguinho,Guerreiro, Batista, L. Flávio e Gabriel; Reinaldo e André Lima;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Deus salve nosso amado BOTAFOGO!

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 13 de setembro de 2009

EMPATE FÚNEBRE NO ENGENHÃO



FOGÃO 0X0 FLOR – 24ª RODADA – Engenhão

Mais uma vez esperamos pelos resultados de uma semana de treinamento integral em Saquarema e o que vimos foi desolador.

Já não acreditava muito numa equipe que contava com Emerson e Fahel no sistema defensivo. Foi de fato uma grande surpresa não sofrermos gol, mas credito isso à péssima pontaria do Flor.

Nosso meio de campo contava com dois tartarugas, e somente um entrou no jogo. Jônatas comandou o meio enquanto L. Flávio dormiu. E ainda me lembrou do filme que tinha seu nome: Lúcio Flávio - o passageiro da agonia!

O ataque decepcionou feio. André Lima é ótimo para comandar a torcida, mas isso se faz na arquibancada, onde ele deveria estar depois de sua pífia atuação.

E o que dizer de Alessandro?!? O cara errou tudo, foi bisonho mesmo. E um tal de Eduardo? Esse deveria sair e nunca mais vestir nossa gloriosa camisa depois de sua pixotada na melhor chance de gol alvinegra.

Ainda dá pra sair dessa. Vejam que nossos adversários diretos também tropeçaram, mas de que adianta se não fizermos a nossa parte?

Acorda BOTAFOGO! Para quem jogaria sua vida nesse clássico ficou a certeza de que falta concentração e acima de tudo competência. Aceitamos o empate de forma apática no final do jogo, e não é assim que sairemos do limo.

O JOGO

Jogamos em casa, com 80% do estádio repleto de alvinegros, haja vista que torcida arco-íris já desistiu, e ainda assim não mostramos em campo que estávamos no nosso lar. A torcida foi em grande número e não merecia o pobre espetáculo proporcionado pelo pior ataque contra a segunda pior defesa da competição. Foi um filme proibido para menores. Foi um 0x0 que reflete exatamente a posição das equipes, postulantes a série B de 2010.

Poderia dizer em quatro ou cinco linhas o que foi o jogo. No 1º tempo o Flu teve uma grande chance com o argentino Gonzáles, que mandou no travessão. O Bota teve um lampejo de lucidez numa bela enfiada de Jônatas que deixou Eduardo cara a cara com Rafael. Ele ficou bobo e chutou em cima do goleiro. E no rebote capou a bola e mandou pra lateral. No final Emerson não resistiu e entregou o ouro para Kieza, que perdeu o gol mais feito do jogo. E mais nada? De futebol não.

Nosso meio de campo não bloqueava e dependia sempre de Guerreiro para marcar por todos. O lado criativo pertencia somente a Jônatas, nosso marcha-lenta tem ótima visão de jogo, mas só agüenta um tempo. Não temos laterais, a zaga é vulnerável e o ataque inoperante.

Não gostei do esquema de jogo, tampouco da equipe titular. E o pior foi não ter tomado atitude para mudar. Achei que o time pregou de novo no final e continuo contestando nosso preparo físico.

Vi o jogo tomado de muita emoção e no final meus olhos estavam marejados. Joguei tudo na última falta cobrada por Juninho, mas ele não estava iluminado. Fiquei alguns minutos tentando me recompor e crer que ainda sairemos dessa, mas nem mesmo eu sei como.

Deus salve nosso amado BOTAFOGO!

Estevam Soares: sinceramente já não sei mais o que dizer do treinador. Ele já percebeu o que tem no elenco, por isso tenta esquema até com Emerson e Fahel. Logo logo ele joga a toalha. Sem lateral, zagueiro e meio de campo fica difícil armar qualquer esquema. Michael dá velocidade ao meio de campo, precisa fazer ele encaixar na equipe. Teco é melhor que todos da zaga. Renato soneca tem de ser mais utilizado. E cadê o Batista? E por que não o Gabriel?

Destaques: Jônatas e Jefferson;
Jogou bem: Guerreiro;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Eduardo;
Irritou: Alessandro, Emerson, Eduardo e André Lima;
Desafinou: L. Flávio, Reinaldo e André Lima;
Ninguém viu: Ricardinho e Renato Soneca;

EU ESCALO
O desafio agora é o Santos, domingo, às 18h30, na Vila Belmiro. É reforçar a marcação e acreditar em todas as bolas. É raça pura durante 90 minutos. Eu Escalo: Jefferson, Alessandro, Juninho, Teco e Eduardo; Guerreiro, Batista, L. Flávio e Michael; Reinaldo e André Lima;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Deus salve nosso amado BOTAFOGO!


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Campanha: Vamos tirar o Homer do sofá!






É galera, só nos resta mesmo apoiar e evitar o pior. O time ao menos está correndo e se o abandonarmos agora é segundona na certa. Vamos lá galera alvinegra, mostra tua cara no mais bonito do Brasil!

Essa é uma campanha criada pelo botafoguense Álan Leite do blog fogo-blog.blogspot.com para unir todos os torcedores para tirar o Botafogo dessa situação. É uma campanha para reunir os torcedores e ir em peso ao Engenhão transformando-o num verdadeiro caldeirão. O Botafogo precisa muito da sua torcida e não podemos ser como o Homer. Você que é botafoguense quero ver essa campanha no seu blog também passando para os outros.

sábado, 5 de setembro de 2009

FOGÃO COCHILA NO INÍCIO E PERDE JOGO-CHAVE



FOGÃO 1X2 SPORT – 23ª RODADA – ILHA DO RETIRO


Infelizmente começo a me conformar. Estou resignado porque vi meu time perder para ele mesmo. Não desrespeito a equipe do Sport, que até foi lutadora e fez um bom 1º tempo, mas para quem encarava este jogo como uma final de Copa do Mundo a frustração foi gigantesca.

Senti que a equipe não teve a mesma pegada dos últimos jogos e o nosso ataque foi cardíaco. Reinaldo fez falta. E é triste constatar que dependemos dele neste momento.

O sistema defensivo foi horroroso mais uma vez. Wellington e Alessandro abusaram da nossa paciência e Fahel permitia ao Sport construir qualquer jogada na zona criativa do campo.

O que me consola é que tem time igual ou pior do que o nosso. Mas de nada adiantará se não fizermos a nossa parte: ganhar. Temos de fazer 23 pontos em 45 possíveis, cerca de 50% do que disputaremos. O funil estreitou, fora as arbitragens, ainda somos os principais responsáveis pela nossa situação desesperadora.

O JOGO

O Fogão começou o jogo a 20 km por hora enquanto os pernambucanos voavam. Ainda assim dependia do ‘armador’ Alessandro. Sim, foi ele quem armou o contra-ataque que culminou no 1º gol do jogo. Luciano Henrique roubou de Alessandro, foi a fundo e centrou na cuca de Fabiano. Sozinho, ele testou no canto esquerdo de Flávio. 1x0 Leão, aos 5’ de jogo.

A pulguinha logo se mostrou presente em nossas orelhas, e o pior aconteceu dois minutos depois. Luciano Henrique caminhava no meio sem marcação e tocou para Wilson, sozinho, capar a bola. Ainda assim Flávio aceitou: 2x0.

Incrédulo, esperava o pior, pois a experiência desse apaixonado pela estrela já testemunhou grandes tragédias, e pelo nosso início fui remetido aos nossos piores momentos. Nada dava certo. Guerreiro sozinho para marcar pelo time inteiro, seu companheiro Fahel era uma nulidade. L. Flávio se omitia, Alessandro recebeu ordens para não mais passar do meio de campo e só incomodávamos com Michael, ainda assim sem objetividade. Simões irritava pela displicência e André Lima era nossa única esperança. Magrão só teve grande trabalho numa cabeçada de André Lima, que ele tirou no susto. Fora isso, um peteleco de Guerreiro e nada mais. Fogão dominado e placar justo no tempo inicial.

No intervalo comentei com os amigos Flávio e Ronaldo que o problema era de marcação no meio de campo e falta de apoio dos laterais. Wellington marca muito mal e Thiaguinho fazia sua pior partida no ano. Mas Estevam não mexeu. Melhoramos, mais em função da postura defensiva dos donos da casa, que optaram por nos agredir nos contragolpes. Aí alugamos meio de campo, pois nesse momento Jônatas ‘marcha-lenta’ estava em campo ajudando na criação. Deu resultado, mas a falta de homem-gol era determinante para nossa inoperância. Jônatas arriscou e Magrão espalmou. Depois Igor segurou L.Flávio. Só em bola parada faríamos a diferença. E foi assim que diminuímos. Juninho encheu o pé e Magrão aceitou. 2x1 com oito de jogo.

Era tempo suficiente para reagir. Pressionamos e evidenciou-se nossa fragilidade ofensiva. Rezava para Estevam sacar Simões e colocar Ricardinho. Ele primeiro sacou o fraco Thiaguinho e veio de Eduardo. O Cara não aprende. Como quem joga uma pelada, deu um passe cruzando toda a extensão da área e quase sofremos o 3º. Por fim, Estevam sacou Fahel e veio de Ricardinho. Ficamos livres de um, mas Simões foi até o fim, para nosso desespero. L. Flávio teve duas bolas do jogo, e fracassou. Apertamos e até poderíamos ter conquistado mais um empate, mas, francamente, nossa incompetência foi maior, e foi justa a derrota.

Teremos agora outro jogo de 6 pontos. Dessa vez no mais bonito do Brasil. Chega um momento em que a vitória tem de vir mesmo sem jogar bem. Precisamos dos 3 pontos a qualquer preço. A estrela tem de brilhar na marra contra o Flu. É hora de rezar e apoiar até o fim.

Árbitro: Spínola é mais uma paulista que mostrou descaradamente sua má intenção contra o Fogão. Vi lances duvidosos na área do Sport e nada, mas a falta que L. Flávio sofreu na entrada da área foi gritante. Era momento de pressão alvinegra e o cara ainda deu cartão para o botafoguense.

Estevam Soares: se era de fato um jogo tão importante esqueceu-se de avisar ao grupo que entrou em campo. Sinceramente, os reservas jogaram com muito mais garra e determinação do que os titulares hoje. Armou mal a equipe quando escolheu Fahel para companheiro de Guerreiro. Thiaguinho improvisado na lateral esquerda não rola mais, o cara se perde em campo. Cadê o Gabriel? Até quando teremos de aturar Wellington? Triste, mas tenho saudade do D2. Teco já mostrou que é melhor, embora lento, mas tem tempo de bola e posicionamento perfeito. Por que Batista nem no banco fica mais? E por que ainda temos de aturar Victor Simões vestindo nossa camisa?

Destaques: Juninho;
Jogou bem: Guerreiro;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Alessandro;
Irritou: Alessandro, Fahel, Wellington, Eduardo e Victor Simões;
Desafinou: Flávio, Thiaguinho e L. Flávio;
Ninguém viu: Ricardinho;

EU ESCALO
Precisamos atropelar o Flor no domingo no Engenhão. É jogo de seis pontos e precisamos somar mais 23. Eu Escalo: Jefferson, Alessandro, Juninho, Teco e Eduardo; Guerreiro, Batista, L. Flávio e Michael; Reinaldo e André Lima;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

RESERVAS ALVINEGROS HONRAM O MANTO












FOGÃO 0X0 ATLÉTICO PR – 1º JOGO – PARANÁ

Quem esperava o pior até que se surpreendeu com a determinação dos nossos reservas. É evidente que não temos um grande elenco, mas provamos ontem que não é tão ruim quanto presumíamos, sobretudo quando joga com aplicação e garra demonstradas ontem.

Os números até agora não refletem o bom trabalho que Estevam vem fazendo no Fogão. Ele não foi à Curitiba para ser pressionado o jogo inteiro pelo Furacão. Aí seria derrota na certa. Todos vimos que o Bota tinha uma postura de marcação forte na sua intermediária, mas escapava com rapidez no contragolpe. E essa postura inibiu os donos da casa, sempre incisivos em seu território, mas ontem tiveram de respeitar nossos reservas, e certamente não se esqueceram de que aquela camisa é a mais gloriosa do Brasil.

Que bela surpresa foi o Teco. Não teria medo se já fosse aproveitado de início contra o Sport no recife. O cara foi um gigante e depois de 8 meses parece que vai nos dar um retorno e segurança na cozinha, setor nevrálgico do Bota no momento.

Gostei também do Jônatas enquanto teve fôlego. Destruiu e foi o principal homem de criação no meio de campo, com passes precisos e achou a bola do jogo aos 47’ do tempo final, deixando Laio na cara do gol. Renato Soneca lutou, mas não foi produtivo. Thiaguinho entrou bem e suas arrancadas sempre levaram perigo à meta paranaense

Quem destoou foi Ricardinho. Não deu sequência às jogadas, embora não tenha se omitido. Fahel também irritava como sempre e Léo Silva não tem jeito mesmo. Eduardo continua valorizando as firulas na saída de bola e quase entregou o ouro. Já Gabriel continua franzino, mas está aprendendo a disputar jogadas mais ríspidas e parece menos tímido. Victor Simões foi mais do mesmo, improdutivo e dispersivo. E no gol Flávio foi perfeito, talvez a sombra do Jefferson tenha surtido efeito.

Agora jogamos por uma simples vitória no mais moderno do Brasil. E com o time titular atropelaremos o Furacão dia 16 no Engenhão. Eu acredito. Ah, o Emelec já pode esperar.

Estevam Soares: mesmo com reservas fez o Bota jogar como um time. O 3-5-2 não foi retranqueiro e se tivesse alas eficientes poderia até arrancar a vitória. Fez o que Ney não conseguiu em um ano: padrão tático e determinação. Agora a garra alvinegra fala mais alto;

Destaques: Flávio, Teco e Jônatas;
Jogou bem: Thiaguinho;
Garra: Teco;
Comprometeu: Laio (não pode perder gol cara a cara aos 47’ do 2º tempo);
Irritou: Fahel;
Desafinou: Ricardinho;
Ninguém viu: ...;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

terça-feira, 1 de setembro de 2009

13 PONTOS PARA ARBITRAGEM. FOGÃO BRIGARIA AGORA PELA LIBERTADORES



A faixa exibida acima é destinada exclusivamente aos árbitros que nos roubaram 13 pontos nesse campeonato.
O sentimento do torcedor alvinegro ainda é de indignação e de forma concomitante, desespero. A indignação é, sobretudo, contra as recentes arbitragens que nos garfaram acintosamente. O desespero é que o tempo vai passando e o Fogão não se livra da zona maldita. Preocupação que aumenta pela falta de reposição no elenco, sobre tudo na zaga e no meio de campo.

Não sabemos quando Jefferson poderá assumir pra valer a camisa 1. Até lá ainda jogaremos com a nítida impressão de que estamos sem goleiro. Pensar na zaga não é assunto para cardíaco. Ora falha Juninho, ora Wellington entrega o ouro. Aí entra Emerson e depois Eduardo erra feio a saída de bola. Ainda falta cobertura às laterais e Guerreiro tá sozinho no meio para marcar e cobrir os alas. No meio de campo somente agora estamos vendo que Michael achou seu espaço e talvez por ele LF melhorou.

No ataque desprezo Victor Simões. O cara irrita pela falta de QI, se posiciona mal e não consegue nem o trivial, dominar uma bola dentro da área e concluir a gol. Já passou da hora de pegar um banquinho. Temos de apostar em André Lima, que não consegue mais enfiar a gorducha na rede, e Reinaldo. Esse sim fez o rendimento do ataque subir, atuando ora como armador ora como finalizador.

O problema é que quando o ataque acerta a zaga entrega. E pior do que tudo isso são os erros grosseiros dos juízes contra nós. Revejam alguns lances em matéria do Globo.com. Pelo menos 4 pênaltis claros não marcados a nosso favor nos últimos 5 jogos. Falamos de pelo menos 8 pontinhos na conta da arbitragem. Nesse momento, considerando também outros erros neste brasileirão, ao invés desse desespero estaríamos sonhando com a Libertadores, com 36 pontos, uma a menos que o 4º colocado. Chupa essa manga!

Abaixo, cito algumas garfadas nesse brasileirão, quem quiser me ajudar a lembrar de mais roubalheira mande seus comentários:

- Botafogo 2x2 Urubu (gol mal anulado do André Lima e falta não marcada do Emerson no LF no gol de empate aos 44’ do 2º tempo)
- Náutico 2x2 Botafogo – (pênalti inventado e gol do Bota mal anulado)
- Botafogo 0x1 Atlético PR (sofremos o gol da derrota em claro impedimento)
- Botafogo 1x1 Palmeiras (pênalti acintoso em LF quando vencíamos por 1x0)
- Botafogo 1x1 Cruzeiro – (pênalti claro em Thiaguinho no 1º tempo)
- Botafofgo 3x3 Corinthians – (pênalti claríssimo em Simões quando estava 0x0. Falta mal marcada que originou o 2º gol paulista. Tivemos uma forra no gol ilegal do André Lima, que logo foi compensada com uma simulação absurda de J.Henrique que virou o pênalti do 3º gol)
- Botafogo 3x3 Grêmio – (2º gol do Grêmio a bola sai meio metro na linha de fundo e o zagueiro do Grêmio defendeu com a mão cruzamento de Thiaguinho. Pênalti absurdamente não marcado quando o placar estava em 2x2)

Sei que outros cariocas também foram garfados neste campeonato, mas a vítima nº 1 é o nosso sofrido Glorioso. Que a CBF e a mídia reflitam. E que nós não deixemos calar nossa voz, já que nosso amor ninguém pode calar.

Sorte para os nossos reservas amanhã contra o Furacão pela Sul Americana.

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 30 de agosto de 2009

FOGÃO EMPATA DE NOVO E NÃO SAI DA ZONA




FOGÃO 3X3 GRÊMIO – 22ª RODADA

Saí do Engenhão tentando entender o porquê de o Bota não vencer mais em casa e, por este motivo, manter-se na zona maldita. Confesso que até agora não consegui.

Para muitos o Bota perde para ele mesmo. Para outros a arbitragem sempre falha contra nós em lances capitais do jogo. E para este amigo o problema não é das reduzidas dimensões do mais moderno, e sim de algumas peças desse elenco, neste momento são três: Castillo, Wellington e Victor Simões. Esses sãos os heróis às avessas, além de Fahel e Léo Silva, que também contribuem para pior. Até mesmo Juninho passou a ser decisivo para o mau desempenho da zaga.

Por mim faríamos os próximos 10 jogos fora de casa, antes que seja ratificada, injustamente, a ‘maldição do Engenhão’.

O JOGO

Até me surpreendi com o público de 10 mil pagantes no mais bonito do Brasil. Torcida apreensiva e ávida por uma vitória que nos livraria do mal. E Estevam Soares parecia querer a vitória a qualquer preço, dada a sua coragem ao escalar o Bota no 4-3-3. Logo comentei com o Flávio que o problema seria o buraco no meio de campo, e assim foi no início.

Até os 10’ de jogo os gaúchos alugaram meio de campo, mas não souberam criar lances de perigo. Depois disso o Bota se acertou e passou a dominar, explorando a rapidez de Michael e tabelas com Reinaldo, mais recuado. Reinaldo quase marcou um golaço, após enfiar entre as canetas de Rever, mas Victor abafou. E na primeira boa participação de Michael ele achou L. Flávio na direita e este cruzou para Reinaldo completar, Victor deu rebote e o mesmo Rei completou para o gol. 1x0 Fogão.

O gol fez os gaúchos se abrirem, e exploramos os contragolpes, num deles, André Lima cruzou com açúcar para Victor Simões perder gol feito. Foi a senha para a torcida pegar no pé do ‘Pantera’ do Paraguai. E o Pior aconteceu numa lambança de Wellington, que errou a cabeçada e permitiu o cruzamento para área. Jonas quase perdeu o gol mais feito do campeonato, acertando a trave duas vezes, mas contra nós o destino premia até os incompetentes, ele acertou na 3ª tentativa. 1x1.

Ainda estávamos na metade do 1º tempo, e o Bota se perdeu em campo. Victor Simões passou a ser perseguido e ninguém conseguia entender o posicionamento de Thiaguinho, que começou como ala esquerdo, passeava pela direita e pelo meio de campo. Fim de papo e a torcida esperava que Simões não retornasse para o 2º tempo.

Na etapa final Estevam não mexeu e antes que Simões acusasse as vaias Reinaldo o deixou na cara do gol. Ele arrancou e chutou rasteiro. A bola passou por Victor e entrou chorando no cantinho esquerdo: 2x1 Fogão e parecia que caminhávamos para o fim da maldição do Engenhão.

Aí começa a aparecer a arbitragem paulista contra o Fogão. Mario Fernandes vai ao fundo e cruza após a bola ter saído. O bandeira permite a sequência da jogada e Jonas emenda de prima: 2x2 e muito protesto do Bota e da torcida, homenageando o trio de árbitros.

Desgraça para botafoguense vem em contagotas. Thiaguinho invade pela diretia e cruza. A bola para na mão de Adilson. Ele esticou o braço acintosamente num pênalte claro, igonaro por Cintra. E por fim o canalha paulista inventa uma falta que resulta no gol da virada gaúcha. Alessandro disputa a bola com o gremista que não permite que nosso lateral se levante. O juiz enxergou falta. Na cobrança de Souza Castillo não vê nada e a bola entra, num frango do nosso dublê de goleiro: 3x2.

Aí parecia fatal, foi aquele desespero e Estevam sacou Reinaldo e veio de Renato Soneca. Depois trocou Simões por Ricardinho e por fim sacou Michael para entrada de Jônatas. O Bota foi com tudo e achou seu gol numa bomba de Guerreiro da entrada da área. Golaço! 3x3 aos 44’. Sempre acreditamos e Ricardinho teve a bola do jogo, mas Victor defendeu e André Lima quase pega o rebote. Pressionamos até o fim, e ficou a impressão de que se tivessem mais 5 minutinhos seria o fim da maldição.
O Bota hoje joga com garra e melhorou e muito seu padrão de jogo. O problema é que a cada rodada estamos mais entranhados na zona maldita, e temo que nos acomodemos por lá. Vamos acreditar sempre alvinegros, não podemos deixar para o final, vamos encher o Engenhão e demonstrar nosso amor, ou alguém vai deixar de ser BOTAFOGO? Queremos o Fogão na primeira sempre, de preferência com um time de primeira, mas no momento precisamos do torcedor jogando junto, esse time é limitado, mas também não é de segunda.

Estevam Soares: Arriscou e muito com o 4-3-3. Perdeu o meio, mas fez a equipe se recompor e testou Thiaguinho em várias posições. Michael também rodou o campo todo. Precisa definir seu time base e achar uma vaga cativa para Reinaldo, preferencialmente no lugar de Victor Simões. Experimenta essa também Estevam!;

Destaques: Michael, Reinaldo e Guerreiro;
Jogou bem: Alessandro e Thiaguinho;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: Wellington e Castillo;
Irritou: Além de Cintra, Wellington e Castillo;
Desafinou: Juninho;
Ninguém viu: Jônatas;

EU ESCALO
Nesse momento não tô nem aí para a Sul Americana. Quero saber mesmo é do Sport na Ilha do Retiro. É jogo de seis pontos e precisamos somas logo mais 23. Eu Escalo: Castillo, Alessandro, Juninho e Wellington e Eduardo; Guerreiro, Batista, L. Flávio e Michael; Reinaldo e André Lima;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras