domingo, 21 de fevereiro de 2010

FOGÃO DESPACHA BACALHAU E CONQUISTA O BI DA TAÇA GB

















FOGÃO 2X0 VASCO – FINAL TAÇA GB – MARACANÃ

Olá Eufóricos Alvinegros,

BICAMPEÃO! Quem esperava por este caneco ainda neste campeonato? O Fogão é bicampeão da taça GB. Vencemos com sobras o time que nos sapecou um 6x0 há menos de um mês. E o agradecemos por isso.

Frisei na crônica após o trágico acidente que ainda iríamos agradecer ao bacalhau por nos acordar. Na verdade, ainda estamos com os olhinhos puxados, mas ao menos o dublê de treinador rodou, e com Joel, mesmo com as limitações do elenco, somos bicampeões da taça GB. E em cima de quem? Do velho freguês de decisões, o querido bacalhau. Se não fosse ele, não estaríamos agora radiantes e acreditando que é possível, “Yes, We can !”

O JOGO


Falar que o Fogão jogou esperando a bola boa é chover no molhado. Com Joel é e será sempre assim. O torcedor quer ver seu time campeão. E pra isso aceita até jogo feio. Peraí? Jogo feio aonde? Feio é não ganhar!

Iniciamos o jogo dando a impressão de que o jogo seria de igual para igual. Mas logo o Vasco dominou a meiúca. E isso era perigoso. Imaginamos, até mesmo pelo trauma recente, que o bacalhau iria cozinhar novamente a zaga alvinegra. Quem tem Dodô e Coutinho assusta. Mas era só lembrar de que esse mesmo bacalhau, em final contra o alvinegro, sempre amarela. E felizmente não foi diferente dessa vez.

O Bota ameaçava com El Loco e Cordeiro pela esquerda. El Loco errou o domínio e desperdiçou grande chance. O Bacalhau ameaçava com Carlos Alberto. Não elogiei, mas a zaga alvinegra se comportava bem, embora o meio desse espaço.

Tivemos um penal a nosso favor. Mas Marcelo Henrique optou por ignorar a falta máxima clara em Loco Abreu cometida por Titi. Na sequência Lúcio Flávio centrou, a bola tocou no travessão e quase Loco Abreu marca. Daí até o final a galera alvinegra começou a acreditar. E acho que essa confiança aumentava à medida que nossa zaga despachava tudo como dava. O sistema defensivo alvinegro funcionou pela primeira vez em 2010.

No tempo final a massa alvinegra cantava e isso contagiava a equipe. Passamos a crer que o talismã CAIO resolveria. E Joel atendeu ao pedido da inteligente torcida. Caio entrou aos 17’, bem antes do normal, depois dos 25’. E não correspondeu de cara. Estava ansioso. Abusava da jogada individual em detrimento do jogo coletivo. Mas tem estrela. 25’, escanteio para o Bota. L. Flávio havia sido substituído e Cordeiro cobrou com perfeição o escanteio para Fábio Ferreira subir no 5º andar e testar para abrir o caminho do bi. 1x0 Fogão e explosão no maior do mundo.

Na saída de bola Nilton tenta encerrar a promissora carreira do talismã CAIO. Entrada criminosa e cartão vermelho direto. Ufa! O menino é guerreiro. Fogão com vantagem, mas faltava o tiro de misericórdia. Herrera por pouco, em tiro de fora da área, quase amplia. Mas cabia a participação do menino prodígio. Ele sofreu outra sarrafada, dessa vez de Titi. E foi o mesmo Titi quem puxou a camisa de El Loco dentro da área. Titi foi expulso. E El Loco concentra-se. Silêncio no Maracanã, no Méier e em todo o Brasil. Ele bate com perfeição e decreta a explosão da massa alvinegra no maior do mundo. 2x0 Fogão e uma emoção indescritível toma conta desse amigo. " ELLLLLL LOOOOOOOOOOOCO, OBA, OBA!!!!"Todos tivemos a certeza de que éramos bicampeões da taça GB naquele instante. E batemos um recorde de cinco finais consecutivas. O Fogão é isso. Falei para meu filho Bruno: Isso é BOTAFOGO! Espere nada quando ele é favorito. E espere tudo quando ninguém acredita em nós. E comprovamos isso com o caneco da taça GB. Mas agora queremos mais. Quero o título do estadual. Agora nós acreditamos. “YES, WE CAN”.
























Joel Santana: Falar o que desse cara!?! Um treinador que pega um grupo derrotado, limitado, após uma goleada de 6x0 para esse time do Vasco e nos leva ao bicampeonato da taça GB, é um herói. Nosso jogo pode ser feio, mas é eficiente. E isso é o que importa, ainda mais com time feio. Jogamos com inteligência e exploramos a velocidade de Herrera e Caio. E El Loco faz seu jogo. O Bota, mesmo sem meio de campo e defesa limitada, roda com Joel;

Destaques: Marcelo Cordeiro, El Loco e Fabio Ferreira;
Jogou bem: Jefferson, a zaga, Guerreiro, Alessandro e Herrera;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: ...;
Irritou: ...;
Desafinou: L. Flávio;
Ninguém viu: Renato;

EU ESCALO

Domingo que vem é estreia no 2º turno, a taça Rio. Estamos na final e queremos ser campeões diretos. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Somália; Guerreiro, Alessandro, Renato, M. Cordeiro e Caio; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

FOGÃO VAI À FORRA E FAZ URUBU SAMBAR





FOGÃO 2X1 URUBU – SEMIFINAL – MARACANÃ

Olá Aliviados alvinegros,

Ufa! Sai pra lá inhaca! O Fogão bateu o império do mal. O ‘timaço’ que não perdia no Maracanã havia seis meses. O ‘timaço’ que não perdia para o alvinegro há dois anos, ou 10 jogos.

Vencemos o time do ‘império do amor’. E eu que pensava que essas delicadezas eram coisas só dos bambis tricolores. Império de quê?!? Um time que perde para outro que não possui meio de campo é timaço aonde?!?. Um time que perde para outro que tem Fahel, Eduardo, L. Flávio, Alessandro e Wellington é timaço aonde!?!?

Vencemos o ‘timaço’ do ‘framengo’. Até pra escrever essa m. tive de me esforçar e fazer uma transcrição fonética. Afinal é assim que eles pronunciam o time de urubu.

Na crônica anterior disse que, parodiando Eurico, o jogo valia um caneco. Sim, erguemos um troféu ao ganhar do ‘timaço’ do urubu. E eles saíram do Maracanã com nariz de palhaço. E perceberam que brincaram com Fogo. E com Fogo não se brinca. Resultado, saíram chamuscados em plena quarta-feira de cinzas.

Teremos agora o ‘Bacalhau’ em nosso caminho. Vingança? É evidente que em futebol tudo é possível, mas em decisão sabemos que o jogo é truncado, sobretudo para um time treinado pelo Joel e com a limitação desse elenco. Portanto nossa vingança será garantir domingo a vaga na final e acabar com esse estigma de vice, vice?!?

O JOGO

Para quem não viu ou não teve nervos de aço até o fim, digo que fomos dominados no meio de campo o jogo inteiro. Mas isso já era esperado. Nossa maior missão seria criar um ferrolho na proteção à zaga, mas não precisava recuar tanto. O urubu teve liberdade para criar e seus laterais tiveram espaço para explorar os flancos. Mas eles pecavam na última bola.

O Fogão teve um bom início, mas logo seguiu a orientação do mestre, que era congestionar a intermediária e sair rápido nos contragolpes. Mas isso não era bem executado por alguns motivos técnicos, sobretudo pela ausência de uma meia de ligação rápido e criativo. Mais uma vez L. Flávio ficou devendo.

Fábio Ferreira parecia inspirado em Wellington. E na segunda vez que tentou entregar o jogo conseguiu. Errou uma bola boba no ataque e cedeu um contra-ataque mortal e Vinícius Pacheco entrou cara a cara com Jefferson e fez 1x0 Urubu.

O Bota não se abateu e pressionou. Mas L. Flávio não concatenava. E só nos restava mesmo o jogo aéreo em cima do El Loco. E foi assim que empatamos. Loco Abreu ganhou de dois zagueiros e Herrera girou. Foi um balaço que Bruno não segurou. Na sobra, Marcelo Cordeiro encheu o pé e Bruno não viu a cor da bola. 1x1.

Ainda tivemos uma boa chance com Antonio Carlos, que tentou o gol direto quando El Loco estava livre na pequena área. Recuso-me a falar da arbitragem. Um festival de trapalhadas do índio, que chegou a anular a expulsão do Fahel, além de evitar o jogo inteiro o 2º amarelo deles.

No tempo final nosso meio de campo sumiu mesmo. E nossa defesa perdia quase todas no alto. Engraçado esses jogos assim. Ao mesmo tempo em que temíamos o pior, concomitantemente vinha uma coisa dentro de nós que nos dizia que finalmente a história desse jogo seria diferente. Sim, os ‘deuses’ do futebol mudariam os rumos desse campeonato e dos últimos clássicos. Eles perderam três chances incríveis. O delicado ‘Love’ perdeu gol na pequena área sem goleiro. E assim a tal coisa estranha foi ganhando força dentro de cada coração alvinegro. Sabíamos que uma bola vadia do nosso ataque poderia sacramentar a teoria dos ‘deuses’. E foi assim que Herrera ajeitou para o talismã Caio decretar a vitória alvinegra. 2x1 Fogão e delírio em preto e branco no maior do mundo e em todo o Brasil.

Esperei o apito final para tirar das costas esse sobrepeso. Aliviados, leves, flutuando. É assim que nos sentimos, mesmo sabendo que mal dá tempo para comemorar o fim da maldição do urubu. Mas quer coisa melhor do que tirar o urubu de uma final? Quero sim, só ganhando deles numa final.
Em tempo: Cadê o aniversariante Adriano?

Joel Santana: armou o Bota para anular o meio de campo e os laterais do urubu. Pela qualidade técnica do nosso time funcionou em parte. O que valeu mesmo foi o jogo aéreo. E tem de ser mágico para acabar de vez com a ligação direta defesa-ataque. E tem de parar de insistir com Fahel, Eduardo e L. Flávio. Esses caras, há tempos, já deram o que tinham de dar, ou seja, só decepções.

Destaques: Marcelo Cordeiro e CAIO;
Jogou bem: Jefferson, El Loco e Herrera;
Garra: Herrera;
Comprometeu: ...;
Irritou: Fahel e L. Flávio
Desafinou: L. Flávio;
Ninguém viu: Renato;

EU ESCALO

Domingo é dia de garantir vaga na final e acabar com a maldição desse incômodo jejum. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Somália; Guerreiro, Alessandro, Renato, M. Cordeiro e Caio; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!


Saudações Alvinegras

domingo, 7 de fevereiro de 2010

EL LOCO FAZ A CABEÇA DA GALERA ALVINEGRA



FOGÃO 5X2 RESENDE - 7ª RODADA – ENGENHÃO

Olá Nobres alvinegros,

O Fogão de Joel já fez 11 gols e sofreu 4. Venceu seus 3 jogos e está credenciado para enfrentar o Urubu nas semifinais do cariocão 2010.

Fui para prestigiar nosso xodó Caio. E vi Loco Abreu botar a cabeça no lugar certo, na hora certa.

Fui para ratificar a evolução do sistema defensivo. Mas Wellington estava lá. E com ele em campo, não tem placar em branco na meta alvinegra. É o Túlio Maravilha às avessas.

Fui para ver L. Flávio finalmente comandar a criatividade alvinegra no meio. E não foi dessa vez que ele municiou o ataque.

O JOGO

Cheguei em cima da hora ao mais bonito do Brasil e me surpreendi ao olhar o placar; 1x0 Resende. Nada que me desanimasse, pois ao menos o Fogão de Joel tem vibração.

O Bota teve que controlar os nervos dentro de campo, pois o que vinha das arquibancadas, sobretudo para L. Flávio e Alessandro comprovava o desespero de uma torcida em busca do rendimento destes, compatível com a histórica camisa que eles representavam.

Exagerada ou não, a cobrança fez com que o Bota se esforçasse mais, ainda que isso não resultasse em inspiração. Dessa forma, foi na base da transpiração que empatamos a peleja. L. Flávio acertou o cruzamento e El Loco foi no 3º andar para testar com estilo: 1x1.

Com o gol do Bota a galera passou a apoiar e o Fogão rodou. Isso comprovou o que pregávamos aqui desde o ano passado. Apoiar incondicionalmente o Fogão nos 90 minutos. E depois, se for ocaso, vaiar a cobrar atitude. E foi com o canto da torcida que viramos o jogo. Marcelo Cordeiro cobrou falta e El Loco testou para ‘EnLouquecer’ a massa alvinegra no Engenhão e em todo o Brasil. 2x1 Fogão.

Voltamos do intervalo convictos de que cabia mais na caixa do Resende, ainda mais com 10 em campo. E o 3º veio num cruzamento errado de Alessandro. Cléber não segurou e soltou a bola na cuca de El Loco. O matador agradeceu e empurrou a redonda para o fundo da rede. 3x1 Fogão e a galera cantou: “ Eeeeeeel Loooooooooocooo, ôba, ôba...” parodiando música do Asa de Águia.

Aí abriu a porteira. Era só caprichar que os gols sairiam com facilidade. El Loco recebeu de Cordeiro, livre, cortou o zagueiro e faria um golaço. Mas a bola beijou o poste esquerdo. Na sobra, M. Cordeiro mandou por cobertura. 4x1 Fogão e festa alvinegra.

Cabia mais. Joel sacou L. Flávio e Cordeiro, pendurados com 2 amarelos. Depois tirou Guerreiro. Veio da mais base em campo: W. Junior. Testou Diguinho e Somália também. O Bota desperdiçou chances de fazer 7. El Loco ainda perdeu gol feito ao tentar driblar o goleiro. Caio estava livre. Por falar no menino de ouro, ele pareceu meio deslumbrado com o sucesso momentâneo. Abusou das jogadas individuais. Mas isso é o seu forte. Mas não se omitiu. Disso não podemos reclamar.

W. Junior aproveitou um dos poucos passes certos de Eduardo e completou a goleada. 5x1. Com a vitória assegurada o Bota relaxou. O problema é que Wellington joga relaxado o jogo inteiro. E foi em cima dele que sofremos o 2º tento do Resende. 5x2.

Saí do mais moderno do Brasil satisfeito com a goleada. Vi um pouco de sinergia entre time e torcida ao final do jogo. A torcida aplaudiu e os jogadores retribuíram o agradecimento com palmas.

Logo pensei no confronto das semifinais. Após a confirmação do Urubu em nosso caminho outra vez, pensei: sempre pegamos o Fla, recentemente, numa condição de superioridade ou do mesmo nível. E perdemos todas. Agora estamos num estágio inferior. Mas a história nos diz que nesses momentos sempre batemos o urubu. Bons presságios então.

Não há como não pensar em vingança. Mas como dizia Eurico, todo jogo com o Fla vale um caneco. E já passou da hora de erguermos mais um troféu em general Severiano. Finalmente eles terão uma quarta-feira de cinzas.

Joel Santana: acho que comprovou que não pode contar com Wellington. E W. Junior merece mais oportunidades no time principal. Alessandro não acertou um cruzamento o jogo inteiro. Eduardo errou passes em demasia. Ainda assim, o Bota de Joel está evoluindo com ele;

Destaques: Marcelo Cordeiro e El Loco;
Jogou bem: W. Junior;
Garra: Guerreiro;
Comprometeu: ...;
Irritou: Wellington. Mesmo em jogo fácil, ele consegue sobressair negativamente; Desafinou: L. Flávio saiu aplaudido do Engenhão, mas ainda mostrou pouco para merecer a camisa 10;
Ninguém viu: Somália;

EU ESCALO

Teremos agora 10 dias para corrigir marcação e surpreender o urubu. Tomara que eles cantem vitória antes. Ah, teremos na quarta-feira , às 21h, a estreia na Copa do Brasil, contra o S. Raimundo.. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Fahel; Guerreiro, Alessandro, L. Flávio, M. Cordeiro e Caio; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

FOGÃO GOLEIA MADUREIRA E MOSTRA EVOLUÇÃO









FOGÃO 4X1 MADUREIRA - 6ª RODADA – MARACANÃ

Olá Renovados Alvinegros,

Que bom ver o Fogão de volta ao maior do mundo, ainda mais com goleada e mais um show do garoto Caio.

Que bom voltar ao cenário do nosso último caneco estadual. Inesquecível aquela tarde de domingo com o Bota faturando o título com 3x1 sobre o Madureira.

Que bom já começar a ver o dedo do treinador na formação tática alvinegra, com mais pegada e velocidade nos contragolpes.

Mas e daí? É só isso? Me pergunta você, torcedor calejado do Fogão. Não, não pode ser apenas isso. Mas devagar com o andor porque o Santo é de barro. No nosso caso, o santo é composto por Fahel, Alessandro, L. Flávio, Eduardo, a zaga...

Pelo que não apresentamos até agora, até que em alguns momentos vimos algo próximo de futebol contra o melhor dos pequenos. Mas insuficiente ainda para acreditarmos nesse time em clássicos. Pés no chão e muito trabalho Fogão!

O JOGO

Perdi o 1º tempo. Revi os ‘melhores’ momentos e não gostei. O Bota praticamente não chutou a gol. Tá certo que o adversário também esbarrou no ferrolho montado por Joel na proteção à defesa. A redonda quase não chegou à meta de Jefferson, que parece andar meio desconcentrado nos últimos jogos. O gol alvinegro surgiu na cobrança de escanteio por L. Flávio. Antonio Carlos escorou e Fabio Ferreira subiu no 3º andar e debutou com o manto alvinegro. 1x0 Fogão.

Pelo pouco que vi até aqui, mais uma vez o ataque não foi municiado. Ah, o único homem de criação era L. Flávio. E isso diz tudo. O cara consegue o que parece impossível: piorar a cada jogo.

O Bota do tempo final teve um início claudicante. Faltava alguém no meio para demonstrar soberania. Faltava alguém no time para dizer que isso é BOTAFOGO! O Bota era dominado pelo Madura, e a torcida pressentia que tinha uma pedra no meio do caminho. No meio do caminho tinha uma pedra. Mas peraí? Mas peraí? O que tem em comum a pedra de Drummond e esse Botafogo? Parece que o grande poeta, alvinegro convicto, já sabia: Tinha um Lúcio Flávio no meio do caminho. E essa pedra conseguiu perder gol feito ao entrar cara a cara com Renan e chutar de forma bisonha, quando El Loco chegava livre na marca do pênalti. Aí entrou em ação o heterônimo de Drummond: a torcida alvinegra. Foi a partir do seu clamor que o iluminado Joel abriu mão da pedra, e veio de CAIO, que em breve será a nossa esmeralda. O garoto entrou aos 30’. Logo em seu 1º toque na bola o que aconteceu? Gol do Fogão. Lançamento de Cordeiro para Loco Abreu. Ele chocou-se com o goleiro e a bola sobrou limpinha para o menino talentoso empurrar para as redes. 2x0 Fogão e festa no Maraca. Fiquei pensando: Quanto vale 15 minutos de Caio?



Caio é o novo xodó alvinegro
A torcida, cansada das tragédias recentes, se deu ao luxo até de cantar: “Vou festejar, vou festejar, o teu sofrer...” Enquanto festejávamos sofremos o gol numa desatenção da zaga. 2x1 Bota. Mas dessa vez até que não levamos tantos sustos com o sistema defensivo. Aos 40’ o Madureira teve Edinho expulso. E na cobrança de falta, Fahel, ele mesmo, testou e fez o gol do alívio. 3x1 Bota e a galera nem deve ter percebido o autor do gol, só pensou mesmo que naquele momento nada poderia impedir nosso triunfo. E ainda teve a cereja do bolo. Caio, ensaboado, invadiu pela esquerda e cruzou para El Loco completar para enLouquecer a galera. 4x1 Fogão e até mesmo este amigo, resignado e realista, me permiti vibrar e esquecer das nossas limitações. Ao menos naquele momento pude sorrir e resgatar o orgulho que é ser alvinegro.

Joel Santana: começou a arrumar a cozinha. Mas não se iludam, com ele será sempre sofrido, até mesmo nas goleadas. Com esse elenco não poderia ser diferente. Primeiro arrumo a defesa, depois penso em atacar. Vai precisar ser mágico ou santo se pensa de fato em recuperar Fahel, Alessandro, L. Flávio e Eduardo. Logo testará Renato e depois alguém da base no meio de campo. Depois Jancarlos vai ser a opção da direita. E Somália mostrará eficiência na marcação. Mas vamos dar crédito ao homem da prancheta. Ao menos, ele tem estrela.

Destaques: Marcelo Cordeiro, Herrera, Caio e El Loco;
Jogou bem: a zaga alvinegra;
Garra: Herrera;
Comprometeu: ...;
Irritou: a apatia e ineficiência e L. Flávio;
Desafinou: L. Flávio, Eduardo e Alessandro;
Ninguém viu: Eduardo;

EU ESCALO

Domingo é confirmar a evolução e atropelar o Resende no mais moderno do Brasil. Eu Escalo: Jefferson, Antonio Carlos, Fábio Ferreira, Fahel; Guerreiro, Alessandro, Somali, Renato e Marcelo Cordeiro; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

FOGÃO EXORCIZA O DIABO E EL LOCO DESENCANTA




FOGÃO 2X1 DIABO – 5ª RODADA – ENGENHÃO

Olá realistas alvinegros,

Nunca é tarde para falarmos da nossa maior paixão e demonstrar sempre o orgulho que é ser alvinegro.

Ainda que a realidade tenha batido cedo à nossa porta, e que toda realidade para botafoguense nos remete ao pessimismo, tenho sempre muito prazer em debater acerca do nosso amado Botafogo.

Estive no último sábado no mais bonito do Brasil. E constatei a nossa realidade. Vi e não gostei. Para não dizer que foi mais do mesmo, tive apenas três motivos para sorrir: o 1º tento de Loco Abreu com a 13 alvinegra, a saída de Wellington e a boa surpresa que foi o Caio. De resto... Bem, confesso aos amigos que ando com uma dúvida cruel:

Não sei se torço pelo Madureira ou pelo Botafogo na quinta-feira. Talvez seja este um dos piores dilemas para uma torcida fiel e apaixonada como a nossa. Na verdade, é uma grande humilhação chegarmos a esse ponto, mas foi tema de discussão entre parte dos 5.800 heróis que prestigiaram o Glorioso no Engenhão no último sábado.

Veja, nossa zaga é uma peneira. Com Wellington em campo até saci tira proveito do queijo suíço. Não temos laterais nem esquema de proteção à defesa. Olho para o meio de campo e vejo L. Flávio e Renato. Este último era nossa esperança, mas logo constatamos que ele possui o mesmo DNA do L. Flávio. É lento e sem vibração, ainda que tenha bom trato com a redonda. Com esse meio de campo não há ataque que resista. Nem mesmo Dodô, nem Adriano, nem Vagner Love teriam sucesso sem serem municiados. Até este momento, em três jogos, Loco Abreu só recebeu uma bola em condições de cabecear para as redes. E foi saco. E percebi também que o gringo não é caneleiro. Sabe tabelar e tem boa visão de jogo. Então joga a bola boa pra ele!

Joel ‘Socana’ dormiu na concentração para conhecer os jogadores. O cara ficou tão impressionado com o que viu que foi para o campo meio ‘xaropado’. Trocou nome de jogadores e chamava Cajá de Caju. Quando recuperou a lucidez sacou o pior zagueiro do elenco, Wellington, e tentou corrigir a besteira que fizera com seu 3-5-2. Encher o time de zagueiro fraco com meio de campo acéfalo só podia dar nisso. O América, limitado Ameriquinha, dominou o jogo inteiro. Arrisco-me a dizer que teve em torno de 70% de posse de bola. Seus atacantes entraram diversas vezes em condições de finalizar. Sofremos gol de cabeça, de um jogador baixinho, no meio de três zagueiros com mais de 1,85m cada. Se Dodô ou qualquer centroavante razoável estivesse no Mequinha, era 4x2 fácil pra eles.

Diante dessa triste realidade, parte da torcida veementemente vem aumentando o coro para evitarmos outro vexame nas semifinais. E eu me vejo dividido. Tal qual o poeta, nós alvinegros também somos sonhadores. Fazemos disso o motivo do nosso canto e tingimos de amor a nossa dor. Se assim não fosse, não seríamos BOTAFOGO.

Do nada começo a crer que Joel, o homem que sempre se caracterizou por formar times de forte pegada e marcação cerrada, dará um jeito na cozinha alvinegra. Imagino ele treinando à exaustão Antonio Carlos e Fábio Ferreira e protegendo a defesa com Guerreiro e Somália. É o que tem pra hoje né. Creio que um milagre vai acontecer e Caio será recuado para o meio. Sua velocidade e sagacidade vão contagiar L. Flávio e finalmente municiaremos a dupla infernal de gringos. Ah, imagino que até mesmo os laterais chegarão à frente com personalidade e ainda acertarão os cruzamentos para EL Loco endoidecer a torcida. E ainda espero outro milagre que é nossa diretoria acordar e contratar de cara um armador talentoso e veloz. Quem sabe não teremos o nosso Botafogo de volta!?!

Se esse já foi um sonho sonhado, vamos torná-lo real. Sou Botafogo e sempre serei. Então, para mim, não tem mais dilema, vamos atropelar o Madureira quinta-feria, às 19h30 e vamos recuperar nosso orgulho nas finais.

EU ESCALO

Eu Escalo: Jefferson, Alessandro, Antonio Carlos, Fábio Ferreira e Marcelo Cordeiro; Guerreiro, Somália, Renato e L. Flávio; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”


Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

domingo, 24 de janeiro de 2010

FOGÃO, MEDÍOCRE, É HUMILHADO EM CASA















FOGÃO 0X6 VASCO – 3ª RODADA – ENGENHÃO

Olá Indignados alvinegros,

Uma vergonha histórica! Iniciei esta crônica antes mesmo de terminar nosso vexame em pleno Engenhão.

Falar depois é fácil, mas foi uma tragédia anunciada desde o início do campeonato. Quando Estevam Soares apostou suas fichas em Lúcio Flávio, Eduardo, Fahel e Alessandro os sinais eram claros de que as contratações alvinegras para 2009 foram equivocadas. Se assim não fosse, os citados acima não seriam titulares.

Impossível analisar taticamente nossa equipe. Um bando tonto em campo. E não foi só hoje, só ganhamos os dois jogos iniciais pela fragilidade dos adversários. O Bota, com esse time, entra perdendo para si próprio.

Poderia dizer que o juiz comprometeu ao expulsar o irritante Eduardo logo aos 15’ de jogo. Isso contribuiu. Não mais, porém, do que nossos erros bisonhos. Uma zaga lenta e atabalhoada. Laterais invisíveis. Fahel e Lúcio Flávio no meio de campo. E HERRERA se matando pelos demais.

Uma diretoria que pensa administrar um Bangu ou América da vida, e querem nos transformar em um deles. Só isso pode justificar o pensamento pequeno de um presidente que diz ter dinheiro em caixa até para contratar Ronaldinho Gaúcho. Ora, o que pensa que somos?

Estevam Soares - um treinador omisso e cego. Não tem a leitura do jogo, tática, nem de formação de um time. FRACO!

Antonio Carlos - era do Atlético-PR e jogou a série B pelo Atlético-GO. O Furacão agradeceu ao Botafogo por tirar o fraco zagueiro de lá. Observem que ele passa a maior parte do tempo se omitindo do jogo. E quando é colocado em cheque... Dodô deita e rola.

Wellington – zagueiro novo, alto, mas não sabe nada da posição. Erra as antecipações e perde as principais divididas, até mesmo quando é o último homem. Não tem tempo de bola e se posiciona mal. O que tem de bom? NADA!

Alessandro – há 3 anos vem irritando o torcedor alvinegro com atuações bizarras. Mas é titular absoluto.

Fahel – nos enganou nos primeiros jogos do estadual passado. Horroroso. Não marca, não cria e desaparece em campo. Não joga no América nem no Bangu. É titular do Botafogo de Estevam.

Lúcio Flávio – Há 4 anos no Botafogo e nunca decidiu nada. Até mesmo quando fomos campeões, em 2006, não jogou as finais. Marca registrada: desaparecer em jogos decisivos, sobretudo contra o urubu. Antes batia bem falta e pênaltis. Nem para isso serve mais. Ah, ainda assim é titular inquestionável da meiúca alvinegra.

Eduardo – está em sua 3ª temporada no Fogão, embora sempre tenha se caracterizado pela sua irresponsabilidade dentro de campo. Seu futebol é peladeiro, taticamente é nulo e perdemos vários jogos com erros seus, até mesmo em final para o urubu. Neste ano, começou como uma das apostas do nosso ‘fantástico’ técnico.

Marcelo Cordeiro – passou o brasileirão passado na reserva de Kleber, do Inter. Isso já nos dizia alguma coisa. Em seu 3º jogo, mostra que não sabe mesmo marcar. Deu o 3º gol para o Vasco e se escondeu em campo.

Jorge Luiz – apontado como o grande destaque da pré-temporada. Em dois jogos mal conseguiu arrematar a gol.

Diguinho – só faz firula em campo. Imaturo e com futebol inconsistente para jogar no Botafogo.

Os citados acima, no momento, são os responsáveis pelo trágico inicio do Fogão em 2010. Se fosse no Brasileirão, já nos dariam 99% de chances de rebaixamento.

Na volta do intervalo, questionado pelo repórter do PFC sobre o que o Fogão poderia fazer para reagir em campo, Estevam Soares disse: “ temos de parar de tomar gol...”

Ora, nem para isso ele serve, pois manteve em campo Fahel, sues péssimos zagueiros e laterais omissos. Ele teve a chance de fazer diferente no início do ano. Poderia, mesmo com o fraco elenco, montar o time sem aqueles os quais não aturamos mais, como Fahel, LF, Alessandro, Eduardo etc. Mas apostou nos caras errados. Não tem feeling. Não sabe nada!

Do papelão alvinegro de hoje, só HERRERA se salvou. Deu pena ver o cara se matando em campo sozinho. Loco Abreu, fora de forma, foi presa fácil. Mas sua estréia apagada teve 80% creditados à ausência de meio de campo.

Duro, mas, acreditem, isso há de ter um lado bom. É hora de aproveitar o contexto e nos livrarmos de vez dessas pragas. Se a gestão alvinegra nada fizer agora é porque não tem mais dignidade, caráter e respeito ao principal patrimônio do clube: O TORCERDOR.

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

FOGÃO BATE FRIBURGUENSE E ASSUME A PONTA






FOGÃO 2X0 FRIBURGUENSE – 2ª RODADA – ENGENHÃO

Olá aliviados alvinegros,

Que sufoco em bicho! Que sofrimento para ganhar... ganhar de quem mesmo? Ah, do Friburguense. Mas vencemos, o que é mais importante, sobretudo neste início de temporada.

Dois pênaltis perdidos, duas bolas na trave e os velhos aborrecimentos com peças desgastadas em General Severiano. E a vergonha maior não foi nem desses figuras que citarei na crônica, mas do péssimo estado do gramado do mais bonito do Brasil. Um escândalo. Caso para uma CPI. Ah, mas o nosso presidente é Maurício Assumpção, tão conivente quanto o Governo estadual renovando contrato das concessionárias dos trens e metrô.

Por falar em vergonha, parabéns aos organizadores do campeonato e aos presidentes dos grandes clubes! Eles aumentaram o preço dos ingressos e de quebra nos brindam com os horários mais criativos: jogo em dia de semana às 18h30 é para o torcedor ficar em casa né... mas eu, alvinegro contumaz, fui assim mesmo.

O JOGO

Queria muito ver de perto esse ‘novo’ Fogão. Só no estádio nos atentamos para a distribuição tática. E quando elegemos alguém para ‘Cristo’ é porque nossa parcimônia já extrapolou. Ainda mais quando nos obrigam, ao mesmo tempo, a ver Alessandro, Fahel, Lúcio Cinderela Flávio, uma zaga horrorosa e mais um engodo no ataque: Jorge Luiz.

No jogo passado disse que a tríade alvinegra decidiu. Essa tríade fora composta por L. Flávio, M. Cordeiro e Herrera. Hoje montamos a tríade do mal: L. Flávio, Alessandro e Fahel. Tá certo que Wellington continua perdendo dividida, mas na zaga parece que só ele se apresenta em todos os combates. Seu parceiro continua na zona de conforto. No meio de campo, como L. Flávio voltou ao normal, é dose dependermos dos lampejos do Eduardo para municiar os homens de frente. Ou melhor, HERRERA.

Do 1º tempo, o que de melhor ficou foi a bomba de M. Cordeiro no travessão. Mas o Bota se arrastou, não criou, marcou mal e se o Frizão tivesse por lá um Herrera liquidava o Bota. Parecia que só num lance fortuito abriríamos o marcador. E esse lance veio num pênalti sofrido por Herrera, o nome do jogo. Ele dominou na área e foi puxado. A torcida pediu para ele cobrar. Mas a ‘Lady’ se apresentou. O goleiro ainda tirou sarro com ele, oferecendo-lhe todo o lado esquerdo para a cobrança. E ele optou por colocar a bola no canto do goleiro. Inacreditável. Ganhou logo o ‘carinho’ dos 7.400 heróis alvinegros que conseguiram adentrar ao estádio. O jogo, para ele, acabou aí. O destaque dos coletivos, Jorge Luiz, mal tocava na bola e sentiu outra vez a pressão. Com muitas vaias, o Bota foi para o intervalo de 15 minutos, pois o tempo técnico não surtiu efeito. Ora, Alessandro treina o ano inteiro e não acerta nada, não vai ser em 2 minutos que o cara vai acertar um cruzamento e L. Flávio vai aprender a bate pênalti.

No tempo derradeiro o Bota veio de Caio na vaga de J. Luiz. E logo no 1º minuto L. Flávio se viu livre pela direita. Ele correu para perder o tempo da bola e desperdiçou grande chance, ouvindo novo coro da galera. Pra nossa sorte, aos 6’, o zagueiro Friburguense Roberto Junior foi expulso após derrubar Eduardo na entrada da área. Mas nem com um a mais o Bota se impôs, pelo contrário, atacava sem objetividade e permitia contragolpes fatais. Assim, Jefferson trombou com o atacante Miguel na área e o juiz marcou a falta máxima. Mas Hércules fez o mais difícil, acertando a trave de Jefferson e perdendo de forma bisonha o rebote. O Bota foi com tudo, mas não articulava bem a última bola. Insistia pelo meio e Alessandro corria errado o tempo inteiro.

Não achei que foi mera coincidência, mas foi só Alessandro deixar o campo que o Bota abriu o marcador. Eduardo acertou ótimo passe para Renato, o Cajá. Seu domínio de bola já foi meio gol, e de frente para Marcos ele bateu com categoria, no canto direito do goleiro. Tiramos 100kg das costas e abri o 1º sorriso da noite. Na boa amigão, já tinha gente rezando nesse momento. 1x0 Fogão aos 28’.

Em desvantagem numérica e no placar, o Friburguense tentou o empate e o Bota, mesmo com a vantagem, não conseguia ganhar de vez o torcedor, que naquele momento já dava mais mole que os nossos goleiros de 2007. No final o gol que nos permitiu respirar aliviados. Caio ganhou na raça, entrou na área e foi derrubado. Engraçado mesmo foi que mal o juiz assinalou o pênalti todo o estádio já gritava a plenos pulmões o nome de HERRERA. Dessa vez o Lúcio até agradeceu a personalidade do gringo. E ele não decepcionou e mostrou a LF como é que se faz. 2x0 Fogão e fim de papo.

Que bom que não ganhamos de 4x0. É bom vencermos apertado agora para que a diretoria não se acomode. O time ainda é bem limitado e HERRERA mascara o time, parecido com MAICOSUEL no ano passado. O Bota sem Herrera, no momento, será presa fácil até para os pequenos.

Acredito que esse grupo vai honrar esse manto e domingo vamos almoçar e lanchar bacalhau legítimo, das colinas de São Januário. EL LOCO disse que adora uma bacalhoada. Ah Dodô, mercenário e traidor, a tua hora vai chegar cara!

Estevam Soares: tá pedindo para ser vaiado ao insistir com Fahel e Alessandro. Eduardo não pode ser o homem da criação e Renato em poucos minutos provou que merece ser titular.

Destaques: Herrera e Renato;
Jogou bem: Jefferson, Guerreiro, Eduardo e Caio;
Garra: Herrera;
Comprometeu: L. Flávio;
Irritou: Fahel, L. Flávio e Alessandro;
Desafinou: L. Flávio;
Ninguém viu: Antonio Carlos, Fahel, Diguinho e Jorge Luiz;

EU ESCALO

Loco Abreu finalmente vestirá o manto alvinegro no domingo, às 19h30.. Eu Escalo: Jefferson, Alessandro, Antonio Carlos, Wellington e Marcelo Cordeiro; Guerreiro, Somália, Renato e L. Flávio; Herrera e El Loco;

“Na estrada dos louros, um facho de luz, tua estrela solitária te conduz...”

Força Sempre Fogão!

Saudações Alvinegras